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Brasil corre contra o tempo para evitar nova tarifa dos EUA, mas negociações emperram
25 de julho de 2025
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25 de julho de 2025
Published by on 25 de julho de 2025
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Quem estiver esperando fortes emoções em termos de política monetária do Brasil nos próximos meses deve ficar decepcionado. Como o Banco Central já tendo avisado que vai manter os juros no atual patamar de 15% nas próximas reuniões, a expectativa na verdade é de “Copoms” até chatos (“boring”), a partir da semana que vem.

A visão é de Rodrigo Azevedo, sócio fundador da Ibiúna Investimentos, durante a Learning Session da Expert XP 2025. Ele comentou sobre expectativas de inflação e juros junto com Caio Megale, economista-chefe da XP, e Carlos Woelz, sócio e diretor da Kapitalo Investimentos.

No início do debate, Megale destacou que a inflação de curto prazo tem se comportando bem, muito por conta da movimentação do câmbio. “O Brasil se beneficiou da desvalorização do dólar, que ajudou a trazer a inflação para baixo”, lembrou, destacando que o BC também se mostrou determinado no período, contribuindo para trazer segurança aos mercados.

Leia também: Nantes, do Asa: Brasil tem problema institucional maior do que econômico com tarifaço

Mas ele também alertou para o desafio no campo fiscal, especialmente no ano de 2026, que tem eleições presidenciais, portanto um potencial período de expansão de gastos.

Foi Azevedo quem puxou a definição de uma série de reuniões “chatas” à frente. “Na última reunião, ele (o Banco Central) sugeriu com palavras evidentes que parou de subir os juros. Não vai ter muita emoção. E a comunicação é que vai ficar parado por longo período, entre 4 e 6 reuniões. A discussão agora é o que ele vai sinalizar, quando o juro vai começar a cair. Tudo indica que vai demorar muito e a comunicação precisa explicar o porquê”, comentou Azevedo.

Sobre os impactos disso, Carlos Woelz disse que é uma responsabilidade muito grande ter um juro nesse patamar atual num país de dívida muito alta como Brasi. “Quando você coloca a política monetária restritiva, tem uma dinâmica de dívida que piora muito. O grau de restrição com nível de juro real está absurdo. A gente está voltando a dois dígitos de juro real na margem, coisa próxima dos anos 2000”, alertou

O diretor da Kapitalo também comentou que é impressionante como isso não tem batido forte na economia.

Para Azevedo, ao investigar os motivos de a economia não estar desacelerando, o  suspeito usual é o fiscal. Mas também é preciso colocar na conta os efeitos das reformas estruturais, como a Reforma Trabalhista. “Não tem impacto imediato, mas tem a médio prazo. Um pedaço da formalização (do mercado de trabalho) é um movimento estrutural”, comentou, fazendo a ressalva que uma contrapartida é que uma renda maior.

O sócio da Ibiúna também alertou para o risco parafiscal atual, um gasto que não é direto do governo, mas que traz um desafio extra por ser um incentivo ao crédito envolvendo algum grau de subsídios. “E tem o uso de crédito subsidiado. Na hora que cresce a quantidade e de crédito, a Selic tem que ser muito mais alta. A política monetária fica menos eficiente quando há muito crédito subsidiado”, afirma.

Com a política monetária sem grandes novidades esperada para este ano, a não ser por alguma comunicação ligada a fatores conjunturais, o que diferencia um pouco a visão dos economistas é o patamar de juros esperado para 2026. Megale disse que a XP espera uma Selic de 12,5% anuais, enquanto Azevedo vê os juros em 13% e Woelz projeta 11%.

The post A emoção acabou? Com juros estáveis, Azevedo, da Ibiúna, espera Copom “boring” appeared first on InfoMoney.

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