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Os maiores erros cometidos por Warren Buffett durante sua trajetória no mundo dos investimentos
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Published by on 10 de novembro de 2025
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A última carta aos acionistas de Warren Buffett como CEO da Berkshire Hathaway trouxe o tom do que foram os últimos 95 anos do Oráculo de Omaha, dos quais mais de 60 foram passados na cadeira de chefia da empresa: a nostalgia dos tempos passados e questões de ordem mais pragmática. 

Você pode ver a carta na íntegra aqui. 

Começando pelo fim, Buffett se despede da liderança da Berkshire e deixa no cargo Greg Abel, membro histórico da companhia.

“Greg Abel mais do que correspondeu às elevadas expectativas que eu tinha para ele quando pensei pela primeira vez que ele deveria ser o próximo CEO da Berkshire”, escreveu Buffett.

“Não consigo pensar num CEO, consultor de gestão, acadêmico, membro do governo — qualquer coisa que seja — melhor que eu selecionaria em vez de Greg para lidar com as suas poupanças e as minhas. 

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Warren Buffett e as doações das ações da Berkshire Hathaway 

Além de exaltar o novo CEO, o Oráculo aproveitou para citar outra questão de ordem prática — para evitar, inclusive, pontas soltas na passagem do bastão. 

“Gostaria de manter uma quantidade significativa de ações tipo A até que os acionistas da Berkshire desenvolvam o conforto com Greg que Charlie e eu desfrutamos durante muito tempo. Esse nível de confiança não deve demorar. Os meus filhos já estão 100% ao lado de Greg, assim como os diretores da Berkshire”, escreveu. 

“A aceleração das minhas doações em vida às fundações dos meus filhos não reflete de forma alguma qualquer mudança nas minhas opiniões sobre as perspetivas da Berkshire”.

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Para Buffett, os negócios da Berkshire têm perspectivas moderadamente melhores do que a média, liderados por “algumas joias não correlacionadas e consideráveis”. 

“O preço das nossas ações deve se mover naturalmente, ocasionalmente caindo 50% ou mais, como aconteceu três vezes em 60 anos sob a gestão atual. Não se desesperem: a América voltará — e as ações da Berkshire também”. 

Das oito páginas da última carta aos acionistas, Buffett dedica mais da metade a relembrar de sua trajetória, dos anos 1930, passando por histórias de sua vida e, é claro, a parceria com Charlie Munger, falecido em novembro de 2023, aos 99 anos.

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