• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Collins, do Fed, diz que Congresso acertou ao estabelecer banco central independente
16 de janeiro de 2026
Perícia de nova fase da operação sobre Master deve levar de 4 a 6 meses, diz fonte da PGR
16 de janeiro de 2026
Published by on 16 de janeiro de 2026
Categories
  • Sem categoria
Tags

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. O encontro antecede a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, prevista para ocorrer neste sábado, em Assunção, no Paraguai. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também viria para o encontro mas seu voo atrasou e ele não chegará a tempo.

Lula quer capitalizar a assinatura do acordo, já que ele foi destravado na sua gestão. O Brasil estava na presidência rotativa do Mercosul no ano passado e a transmitiu ao Paraguai neste ano.

Leia também

MDIC lança painel para identificar oportunidades no acordo Mercosul-UE

A ideia é ajudar a atuação de exportadores brasileiros e orientar políticas públicas

Apesar da assinatura após mais de 20 anos de negociações, selar o acordo não é garantia de que ele entrará em vigor em breve. A parceria pode enfrentar obstáculos legais na Europa.

Segundo a agência Reuters, um grupo de 145 parlamentares da União Europeia defende que o Tribunal de Justiça da UE emita um parecer sobre aspectos do acordo antes que o Parlamento Europeu possa aprová-lo.

Isso poderia resultar em até dois anos de atraso, potencialmente inviabilizando o acordo. O Parlamento da UE deve votar em 21 de janeiro sobre a possibilidade de submeter a parceria ao tribunal.

O grupo de parlamentares critica o chamado “mecanismo de reequilíbrio”, que permitiria, por exemplo, que países do Mercosul exigissem mudanças no acordo caso políticas da UE afetem seus benefícios econômicos.

Leia também

Trump expressa apoio ao acordo comercial entre Canadá e China

“Se você puder fazer um ‍acordo com a China, ​deve ‌fazer isso’, disse o presidente dos EUA

Segundo o grupo, isso limita a capacidade da UE de estabelecer novas regras ambientais ou de saúde pública. Eles também argumentam que o acordo comercial não deveria entrar em vigor antes da ratificação completa por todos os Estados-membros da UE.

Em 2015, a Comissão Europeia submeteu o acordo comercial entre a UE e Cingapura ao tribunal, que levou quase dois anos para emitir seu parecer. A UE só assinou o acordo posteriormente, e ele entrou em vigor apenas em 2019. O Parlamento pode optar por reter seu consentimento até uma decisão judicial, embora a UE ainda possa aplicar o acordo de forma provisória.

O acordo se divide em dois: o Acordo de Parceria UE–Mercosul (Empa, na sigla em inglês) e o Acordo Comercial Temporário (ITA, também pela sigla em inglês). Ambos precisam de aprovação do Parlamento Europeu.

No Parlamento Europeu, é necessária apenas maioria simples para aprovação. Mas é necessária a ratificação por todos os Estados-membros da UE para que o Empa seja validado. Este abrange o diálogo político entre os blocos.

No Mercosul, o Congresso de cada país terá de ratificar o acordo.

 

The post Acordo UE-Mercosul pode enfrentar obstáculos logo após assinatura appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Risco climático ganhará peso crescente na classificação soberana, diz Fitch


Read more
4 de fevereiro de 2026

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria


Read more
3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress