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Published by on 22 de outubro de 2025
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Na manhã desta quarta-feira (22), uma operação contra um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) se desenrolou em São Paulo. 

A operação, coordenada pela Polícia Civil, Secretaria de Estado da Fazenda e Gaeco, revelou que lojas de brinquedos, especialmente aquelas especializadas em pelúcias personalizáveis, estavam sendo usadas para “limpar” o dinheiro obtido com atividades ilícitas do crime organizado.

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A operação envolveu seis mandados de busca e apreensão, executados principalmente em shoppings de grande movimento em São Paulo e arredores, como:

Mooca Plaza Shopping, zona Leste de São Paulo;

Shopping Center Norte, zona Norte de São Paulo;

Shopping Internacional, em Guarulhos;

Shopping ABC, em Santo André.

Os mandados foram cumpridos em unidades da franquia Criamigos, especializada na venda de pelúcias personalizáveis de alto valor. 

A Justiça também determinou o sequestro e bloqueio de bens no valor de R$ 4,3 milhões, visando garantir reparação de danos e o pagamento de custas processuais e penas pecuniárias.

Ao Seu Dinheiro, a Criamigos afirmou em nota que a franqueadora não tem envolvimento com a operação e que a ação está sendo direcionada exclusivamente a uma franqueada em São Paulo. 

A empresa garantiu estar à disposição para colaborar com as autoridades e já iniciou uma sindicância interna para apurar o ocorrido.

Como funcionava o suposto esquema do PCC?

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) revelou que o esquema de lavagem de dinheiro utilizava o comércio de pelúcias para esconder as origens ilícitas dos recursos. 

A investigação começou após duas mulheres sem ocupação lícita declarada realizarem grandes movimentações financeiras para abrir lojas da franquia de brinquedos infantis.

Essas mulheres têm ligação com Cláudio Marcos de Almeida, o “Django”, ex-líder do tráfico de drogas ligado ao PCC, assassinado em 2022. A ex-companheira de Django e sua irmã usaram fundos suspeitos para abrir quatro lojas, o que levantou as suspeitas da polícia. 

O investimento elevado sem justificativa clara foi o ponto de partida para as investigações, segundo a SSP.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) confirmou a relação entre as mulheres e o tráfico de drogas, com a criação das lojas servindo como uma fachada para a lavagem de dinheiro.

Os materiais apreendidos durante a operação serão analisados pelo Gaeco para dar continuidade às investigações e entender a extensão do esquema.

A Criamigos, por sua vez, reafirmou em nota seu compromisso com a transparência e a integridade da marca, afirmando que a ação não envolve a franqueadora, mas sim a franqueada, e prometeu colaborar com as autoridades na apuração dos fatos.

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