• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Marcos Pinto sinalizou intenção de sair do Ministério da Fazenda, diz Haddad
26 de novembro de 2025
Trump perde recurso para reativar processo de conspiração contra Clinton
26 de novembro de 2025
Published by on 26 de novembro de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

A prévia da inflação divulgada nesta quarta-feira (26) apresentou alta de 0,20%, pressionada pelos preços em serviços e atenuada por alimentos. O índice acumulado em 12 meses chegou em 4,50% – banda máxima do limite do Banco Central esperado para este ano. A meta da inflação é de 3%, com uma margem de variação de 1,5 ponto percentual para mais e para menos.

Segundo especialistas, o dado reforça o viés de baixa para inflação deste ano e coloca ainda mais expectativa para o corte da taxa básica de juros, a Selic, em janeiro do ano que vem.

Leia também: IPCA-15 sobe 0,20% em novembro, e encosta na meta pela 1ª vez desde janeiro

Foco nos números

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, registrou alta de 0,20% em novembro. O resultado, que compreende a variação de preços entre 16 de outubro e 15 de novembro, ficou ligeiramente acima das expectativas do mercado (0,18%).

No entanto, a média dos núcleos — medida que exclui itens mais voláteis — avançou 0,27%, patamar inferior ao aguardado pelos analistas (0,29%).

Embora o índice tenha acelerado em relação a outubro, os dados apontam para um cenário qualitativo benigno, com a inflação subjacente de serviços perdendo força.

A “surpresa altista” do mês foi protagonizada pelo setor de Transportes (+0,22%), impulsionado fortemente pelas passagens aéreas, que subiram 11,87%. André Valério, economista sênior do Inter, destaca que este item volátil foi o principal responsável pela aceleração da inflação de serviços (0,66%).

Em contrapartida, houve alívio em itens essenciais. O grupo Alimentação e bebidas variou +0,09%, interrompendo cinco meses de queda, mas a alimentação no domicílio permaneceu no terreno negativo, recuando -0,15%.

Leonardo Costa, economista do ASA, aponta que as quedas no leite longa vida, arroz e frutas ajudaram a compensar as altas da batata, óleo de soja e carnes. Já a alimentação fora de casa acelerou (+0,68%), pressionada por lanches e refeições. Outro fator de contenção foi a queda nos combustíveis (-0,46%) e na energia elétrica (-0,38%), embora esta última ainda sofra influência da bandeira tarifária vermelha patamar 1.

Entre os nove grupos pesquisados, sete registraram alta. O destaque ficou com Despesas Pessoais (+0,85%), puxado por hospedagem e pacotes turísticos, e Saúde e Cuidados Pessoais (+0,29%), influenciado pelos planos de saúde.

Leia também: Focus: projeção coloca IPCA abaixo do teto da meta; vem aí corte de juros em janeiro?

Cenário de desinflação mantido

Apesar da leve aceleração no índice cheio, a avaliação qualitativa dos dados sugere estabilidade. Leonardo Costa ressalta que a inflação subjacente de serviços ficou abaixo da expectativa da casa, com surpresas baixistas em serviços veiculares e aluguel. Além disso, a média móvel de três meses deste indicador segue em desaceleração, recuando de 4,76% para 4,44%.

André Valério avalia que a média dos núcleos mantém tendência de queda na média móvel trimestral (0,23%), o menor valor desde setembro de 2023. O índice de difusão, que mede o espalhamento da alta de preços, subiu de 51% para 55%, um nível considerado contido e consistente com o processo de desinflação.

“Mantemos a nossa expectativa de que o IPCA cheio continue desacelerando, o que faria com que a inflação encerrasse 2025 dentro do teto da meta de 4,50%”, projeta Valério.

Para Felipe Queiroz, economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), os números refletem uma economia que combina estabilidade com crescimento puxado pelo consumo das famílias.

Corte dos juros

Segundo Valério, os dados reforçam a análise de que há condições para o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciar o ciclo de queda da Selic na reunião de janeiro, cortando 25 pontos base.

Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa econômica do Banco Pine, avalia que ao fim de 2026 a taxa básica de juros deve chegar próximo a 12%, com expectativa de 11,5% da instituição. “Vemos como risco o mercado ‘exagerar’ e precificar ciclo mais intenso do que o atualmente precificado”, afirma.

Leia também: Por que o Itaú projeta taxa básica de juro acima da média do mercado no fim de 2026

The post Alimentos perdem força no IPCA-15 e reforçam aposta em corte da Selic em janeiro appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress