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Fazenda vê PIB mais fraco e inflação menor em 2025, mas mantém projeções para 2026
11 de setembro de 2025
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11 de setembro de 2025
Published by on 11 de setembro de 2025
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O Ministério da Fazenda revisou para baixo as previsões para o crescimento do país e a inflação neste ano, em meio a uma política restritiva de juros do Banco Central, informou a Secretaria de Política Econômica (SPE) nesta quinta-feira, mantendo estáveis as projeções para 2026.

Segundo boletim divulgado pela SPE, a Fazenda reduziu sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2,3% neste ano, contra previsão de 2,5% feita em julho. Para 2026, a estimativa de crescimento foi mantida em 2,4%.

“A revisão está relacionada ao resultado abaixo do esperado observado para o PIB do segundo trimestre comparativamente ao projetado em julho, repercutindo canais potentes de transmissão da política monetária ao crédito e atividade”, disse a SPE em nota.

Segundo a pasta, a economia tem mostrado sinais de desaceleração, com moderação no ritmo de crescimento do crédito, além de uma tendência de arrefecimento da expansão da massa salarial, apesar do nível baixo de desemprego.

Na semana passada, após a divulgação do desempenho do PIB do segundo trimestre deste ano, a secretaria já havia informado que o dado apontava para um “leve viés de baixa” na projeção de crescimento de 2,5% vigente naquele momento para 2025.

Inflação

A Fazenda ainda projetou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará este ano com alta de 4,8%, ante avanço de 4,9% na projeção de julho.

Para 2026, o ministério prevê que a inflação será de 3,6%, mesmo patamar estimado anteriormente, “convergindo para o centro da meta (de 3%) de 2027 em diante”.

Na avaliação da SPE, a perspectiva de um índice de preços menor neste ano reflete efeitos defasados do real mais valorizado, menor inflação no atacado agropecuário e industrial e um “excesso de oferta de bens em escala mundial como reflexo do aumento nas tarifas comerciais”.

O Banco Central estacionou a taxa básica de juros do país a 15% ao ano, maior nível em duas décadas, e previu que ela permanecerá nesse patamar por período bastante prolongado para levar a inflação à meta de 3%, citando a desaceleração da atividade como fator importante nesse processo.

A autoridade monetária voltará a deliberar sobre os juros em reunião na próxima semana.

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