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CNI diz que economia poderá crescer 2,1% este ano
13 de julho de 2023
Produção industrial sobe em 12 dos 18 locais pesquisados em maio ante maio de 2022, afirma IBGE
13 de julho de 2023
Published by on 13 de julho de 2023
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O acesso de startups a capital novo tem sido um desafio desde meados de 2022, quando o custo do dinheiro voltou a subir nas principais economias globais. Mas o que, aparentemente, seria uma seca do venture capital (VC), se consolida mais para uma normalização do padrão de aportes, de acordo com estudo feito pela Endeavor, que mapeou o perfil das rodadas de investimento antes e depois da pandemia em mais de 40 mercados pelo mundo.

Leia também: Cobli levanta R$ 100 milhões em rodada liderada pela IFC

Dados da pesquisa mostram que, em 2019, os investimentos em startups somaram US$ 36,5 bilhões, em 35 rodadas, em uma média de quase nove aportes por trimestre. No ano seguinte, também foram 35 operações, com US$ 27,9 bilhões envolvidos. Em 2021, o número de rodadas mais que dobrou, para 74, ou cerca de 19 investimentos por trimestre e US$ 69,3 bilhões. Já 2022 foi o pico de volume financeiro, com US$ 72,7 bilhões em 59 operações, ou pouco mais de 14 por trimestre.

“Observamos que 2021 e o primeiro semestre de 2022 são ‘anomalias’, distantes do padrão normal de mercado”, contextualiza Karina Almeida, coordenadora de pesquisa da Endeavor. No primeiro trimestre deste ano, foram cinco rodadas e US$ 5,3 bilhões envolvidos, no menor nível desde a pandemia. “A injeção de capital do primeiro trimestre de 2023 está em linha com o padrão do segundo semestre 2020, à medida que o mundo recua para ativos seguros e lida com incerteza macroeconômica”, acrescenta.

Startups encontram mais dificuldades para escalar com ‘seca’ de aportes (Pixabay)

O estudo também constatou um espaçamento maior entre novas rodadas. Atualmente, o intervalo entre as rodadas Series A (injeção de capital para consolidar a tese) e a Series B (aporte em que a startup investe para buscar escala) chegou ao recorde de 2,4 anos nos Estados Unidos – mercado referência em venture capital – e a tendência de crescimento continua.

“Considerando a escassez de capital e o aumento no tempo entre rodadas, as empresas têm adotado um mindset de longo prazo, focando na preservação de caixa”, diz a pesquisa. Outra dificuldade é de empresas que estão na Series B conseguirem uma rodada C, na qual os aportes miram expansão e aquisições e, logo, o cheque tende a ser mais robusto.

‘Morte’ de unicórnios

A seca de recursos e a necessidade de caixa das startups também têm provocado ajustes no valuations das empresas, embora muitas delas evitem assumir isso publicamente. O estudo aponta que “flat rounds”, em que a avaliação de mercado é mantida, e “down rounds”, em que o market cap da companhia é depreciado, ganharam tração neste ano.

“Os down rounds estão mais comuns e menos estigmatizados”, resume Karina. “Os up rounds [crescimento do valuation] ainda estão acontecendo, mas demorando mais e ocorrendo principalmente para empresas com lucratividade comprovada”.

Outra tendência é a procura por uma operação chamada de venture debt, em que a startup obtém empréstimo com VCs em que uma participação da empresa é usada como garantia da dívida. “Isso ajuda a evitar um down round, por exemplo”, explica a pesquisadora.

Na prática, prossegue o estudo, isso significa que alguns unicórnios, que são startups que atingiram precificação de US$ 1 bilhão ou mais, estão caminhando para perder ou já perderam esse status. “O título de unicórnio será reservado para um pequeno grupo de empresas com receita e indicadores econômicos”, reforça o estudo.

Tendências

A pesquisa conclui que teses ligadas à fintechs foram as mais afetadas pelo aumento do custo do dinheiro e a retração dos fundos de venture capital. Por outro lado, iniciativas de Software as a Service (SaaS), Climatech e Agtech têm ganhado a preferência dos investidores. Em comum, são empresas que atuam com o cliente empresarial (o chamado B2B) e possuem receita recorrente e previsível.

“As melhores empresas continuarão a receber financiamento, em especial se sua estratégia estiver alinhada com sustentabilidade financeira. Antes, era algo que não se dava atenção, mas voltou a ter importância. Agora, não adianta mais ter uma boa ideia”, completa a pesquisadora.

A Endeavor se baseou em dados do Catalyst, seu fundo de co-investimento que atua em conjunto com mais de 200 fundos de venture capital na América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e África, em países como Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Romênia, África do Sul, Líbano e Indonésia. No país, Neon, Pismo, Ebanx e Hotmart são algumas das startups que fazem parte do ecossistema da Endeavor.

The post Aportes em startups caminham para normalidade após ‘anomalia’ de 2021 e 2022, aponta estudo appeared first on InfoMoney.

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