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16 de dezembro de 2025
Published by on 15 de dezembro de 2025
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O Banco Central da República Argentina anunciou nesta segunda-feira (15) que o país alterará seu regime cambial a partir do primeiro dia de janeiro de 2026. Entre as principais mudanças estão uma banda cambial maior para o peso e o começo de um programa de compra de reservas.

Na primeira medida, da banda cambial, os limites superior e inferior seguirão a inflação do mês imediatamente anterior — e não mais de 1% ao mês, como prevê o sistema atual. A inflação da Argentina foi de 2,5% em novembro.

A medida fazia com que o peso se apreciasse em termos reais, já que a inflação mensal da Argentina vinha superando a taxa de desvalorização programada. No entanto, segundo críticos, o sistema também limitava a capacidade do BC de acumular reservas, pois o governo ficava obrigado a defender artificialmente a moeda dentro da banda.

Já quanto ao programa de compra de reservas, a meta do banco central argentino é adquirir US$ 10 bilhões até o fim de 2026.

As medidas representam as maiores mudanças no regime cambial argentino desde que ele foi introduzido em abril como parte de um acordo de US$ 20 bilhões com o FMI. O governo em 2025 ficou mais de US$ 10 bilhões abaixo da meta de acumulação estabelecida pelo FMI, segundo estimativas.

A escassez contribuiu para uma corrida contra o peso em outubro, com investidores temendo que a Argentina ficasse sem dólares para sustentar as bandas cambiais.

“Com o objetivo de consolidar a estabilidade de preços, o Banco Central anuncia o início de uma nova fase do programa monetário”, disse Santiago Bausili, presidente do Banco Central da Argentina. “Os esforços da autoridade monetária priorizarão o objetivo de alcançar a convergência da inflação doméstica ao nível da inflação internacional”.

Bausili afirmou ainda que o avanço na correção dos desequilíbrios macroeconômicos e a validação da solidez do programa econômico de Javier Milei, mesmo em meio à incerteza das eleições de meio termo, ampliaram significativamente o horizonte de planejamento.

Segundo ele, porém, a recentem melhora no pano de fundo institucional e político criou condições mais favoráveis para a próxima etapa do programa: um ambiente propício ao crescimento econômico, à remonetização da economia e à acumulação de reservas internacionais, elementos que o BC considera fundamentais para sustentar o processo de estabilização e desinflação daqui para frente.

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