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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm queda inesperada
24 de julho de 2025
Europa considera retirar EUA da OMC, diz presidente de comissão
24 de julho de 2025
Published by on 24 de julho de 2025
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A arrecadação do governo federal teve alta real de 6,62% em junho sobre o mesmo mês do ano anterior, somando R$ 234,594 bilhões, nível recorde para meses de junho da série histórica iniciada em 1995, informou a Receita Federal nesta quinta-feira.

No acumulado de janeiro a junho, a arrecadação foi de R$ 1,426 trilhão, 4,38% acima do registrado nos primeiros seis meses de 2024, já descontada a correção pela inflação. O dado acumulado também é recorde para períodos equivalentes.

Em junho, os recursos administrados pela Receita, que englobam a coleta de impostos de competência da União, avançaram 7,28% em termos reais frente a um ano antes, a R$ 226,634 bilhões. No período de janeiro a junho, o ganho real foi de 5,04%, totalizando R$ 1,365 trilhão.

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As receitas administradas por outros órgãos, que têm peso grande de royalties sobre a exploração de petróleo, caíram 9,09% em junho frente ao mesmo período de 2024, a R$ 7,959 bilhões. No acumulado de janeiro a junho, esses recursos tiveram perda real de 8,60%, totalizando R$ 60,747 bilhões.

Segundo a Receita, o desempenho positivo de junho foi influenciado pelo comportamento de indicadores macroeconômicos, a arrecadação adicional após o governo ter elevado alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a maior arrecadação de Imposto de Renda sobre ganhos de capital em razão da alta da taxa Selic.

Em outro fator, o adiamento do pagamento de tributos em junho de 2024 por contribuintes do Rio Grande do Sul após enchentes no Estado gerou uma distorção de R$ 3,7 bilhões na base de comparação entre os dois períodos.

Entre os destaques de junho, no recorte por tributo, a arrecadação de IR sobre ganho de capital registrou crescimento real de 19,19%, a R$ 25,044 bilhões. A Receita ainda computou ganhos de 6,61% em receitas previdenciárias e 38,83% na arrecadação de IOF.

No período de janeiro a junho, o fisco destacou ganhos reais de 4,95% na arrecadação com Pis/Cofins e 26,48% em Imposto de Importação, além de altas de 3,8% em receitas previdenciárias e 24,55% em IR sobre rendimentos de residentes no exterior.

Os dados positivos da arrecadação ajudam na busca pelo déficit zero pela equipe econômica no ano.

Na terça-feira, o governo anunciou que reduzirá de R$ 31,3 bilhões para R$ 10,7 bilhões a contenção de verbas de ministérios implementada para respeitar regras fiscais, diante de perspectivas melhores para as receitas.

A maior parte dessa melhora na projeção, no entanto, virá de um leilão de áreas da União no pré-sal ainda não contratadas, uma arrecadação não recorrente.

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