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Preço do açúcar bruto atinge o nível mais baixo em 5 anos em NY
27 de outubro de 2025
Mesmo com “apagão” de dados, Fed deve cortar juro em 0,25 p.p., projeta Inter
27 de outubro de 2025
Published by on 27 de outubro de 2025
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Embora nada de concreto ainda tenha sido anunciado, entidades que representam setores que foram afetados pelo tarifação de Donald Trump avaliam que a reabertura de diálogo entre Estados Unidos e Brasil, com viés estritamente técnico, é positiva e permitirá uma reavaliação das alíquotas impostas. Inicialmente, os EUA impuseram uma tarifa de 10% para todos os produtos brasileiros e, depois, taxaram em mais 40% todos os itens, com algumas exceções, chegando a uma alíquota final de 50%.

No caso do café, um produto largamente consumido pelos americanos e que temn apresentado alta de preços no mercado dos EUA, a Associação Brasileira do Café (Abic) segue defendendo a reavaliação técnica das tarifas impostas ao produto brasileiro. O Brasil é o maior fornecedor do grão e representa cerca de 30% das compras dos EUA.

— Os últimos encontros entre os presidentes dos EUA e do Brasil têm sido mais positivos e na Abic estamos otimistas. As relações de longo prazo entre Brasil e Estados Unidos permitirão uma reavaliação equilibrada e responsável dessas tarifas, com base em critérios técnicos — diz Pavel Cardoso, presidente da entidade.

As exportações de café do Brasil para os Estados Unidos caíram 53% em setembro de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024, totalizando 333 mil sacas. Os dados são do Conselho Nacional dos Exportadores de Café (Cecafé). Essa queda, diz o Cecafé, foi potencializada pelo tarifaço de 50% imposto sobre os cafés brasileiros. A expectativa era que o café brasileiro seria um dos produtos isentos do tarifaço, dada a importãncia do produto no mercado dos EUA, mas até agora isso não aconteceu.

Mas, mesmo com as tarifas, os Estados Unidos continuaram sendo o maior comprador do café brasileiro, entre janeiro e setembro, segundo os dados do Cecafé. O país importou 4,361 milhões de sacas, correspondendo a 15% dos embarques totais do Brasil no período. Em seguida aparece a Alemanha, com 3,727 milhões de sacas; Itália, com 2,324 milhões e Japão, com 1,891 milhões de sacas.

Para a Abic, embora o novo cenário traga desafios às exportações, a entidade destaca que o café brasileiro mantém posição sólida no mercado internacional, inclsuive nos EUA, dada a sua competitividade, qualidade e relevância para a balança comercial dos dois países. A entidade reforça a confiança no histórico de parceria entre Brasil e Estados Unidos para que esta questão seja resolvida.

Exportações de carne cresceram

Da mesma forma positiva, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) avaliou a reunião entre os presidentes Lula e Trump, mostrando disposição de ambos os governos em avançar nas discussões sobre as tarifas em vigor sobre a carne bovina brasileira.

O Brasil, que é o maior exportador global do produto, bateu recorde de venda ao exterior em setembro, com as vendas chegando a 352 mil toneladas, frente às 268 mil toneladas vendidas no mesmo mês do ano passado. Até mesmo em relação a agosto deste ano as exportações cresceram 17,6% — em agosto foram exportadas 299 mil toneladas. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).A diversificação de mercados, principalmente o México e a China, contribuíram para essa marca.

Mesmo com retração nos embarques aos Estados Unidos nos dois meses em razão do tarifaço, o país segue como um mercado fundamental para a carne bovina brasileira, devido à sua competitividade. No acumulado do ano, as vendas aos EUA aumentaram 64,6% em volume e 53,8% em valores em relação a 2024.

A Abiec acredita que o entendimento entre os dois países pode preservar a competitividade do produto brasileiro, garantir previsibilidade aos exportadores e ampliar a presença da carne bovina nacional no mercado americano, segundo maior comprador do Brasil.

Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) não tem a expectativa de resultados tão imediatos, mas pondera que também algum acordo não deve demorar.

— Não acredito que haja uma solução imediata e que os Estados Unidos retirem os 40% de tarifa adicional colocada sobre o Brasil e nos coloque no mesmo patamar dos outros países do Mercosul. Mas, tenho um sentimento positivo de que essa abertura vai trazer resultados favoráveis a uma normalidade no relacionamento comercial entre os dois países — afirma.

The post Associações de setores taxados pelos EUA acreditam em reversão da alíquota de 50% appeared first on InfoMoney.

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