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Published by on 15 de setembro de 2025
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O JP Morgan avalia que o Banco Central (BC) observou um progresso notável em indicadores em direção à meta, mas considera que esses avanços ainda não são suficientes para justificar uma mudança de postura em relação à política monetária.

Desde que a Selic foi fixada em 15%, a atividade econômica desacelerou, com a confiança empresarial e o crescimento do crédito em moderação. Além disso, a inflação recuou em relação ao pico sequencial registrado no início deste ano, as expectativas começaram a ceder e o câmbio se valorizou.

Ainda assim, os economistas Cassiana Fernandez, Mirella Sampaio e Vinicius Moreira avaliam que esses avanços ainda não bastam para iniciar a flexibilização monetária.

SAIBA MAIS: Copom vai anunciar decisão dos juros nesta quarta-feira (17); saiba o que esperar da Selic e o que fazer com seus investimentos

Embora o crescimento do emprego tenha moderado, o mercado de trabalho segue aquecido e o hiato do produto permanece positivo. Ademais, a inflação cheia, a subjacente, a de serviços, as expectativas e as projeções do BC continuam bem acima do centro da meta.

O JP Morgan — assim como o consenso do mercado — espera que a autarquia mantenha a taxa básica de juros estável na próxima reunião.

Ajustes marginais no comunicado

Segundo os economistas, do ponto de vista qualitativo, o cenário descrito na reunião de julho do Copom segue “notavelmente preciso”.

O ambiente externo segue incerto, enquanto a economia doméstica atravessa uma desaceleração desigual, com o mercado de trabalho mantendo dinamismo relevante. Tanto a inflação quanto as expectativas seguem incompatíveis com a meta de 3%, e houve poucas mudanças no balanço de riscos.

“Prevemos apenas ajustes marginais no comunicado da próxima semana”, afirmam Fernandez, Sampaio e Moreira em relatório.

No campo quantitativo, no entanto, as mudanças podem ter maior relevância. Embora o hiato do produto ainda pressione a inflação para cima, é provável que as projeções do BC incorporem um real mais forte frente ao dólar e expectativas de inflação mais baixas. Como resultado, as estimativas de inflação devem cair aproximadamente um décimo.

“Isso reforçaria que o aperto monetário implementado desde a segunda metade do ano passado está produzindo os resultados esperados”.

Enquanto o crescimento econômico permanecer contido por mais alguns trimestres, como projeta a instituição, essa tendência deve se consolidar no quarto trimestre deste ano.

No cenário-base do JP Morgan, isso permitiria à autarquia iniciar o ciclo de afrouxamento monetário já em dezembro, com um corte de 0,25 ponto percentual, seguido por reduções consecutivas de 0,50 ponto. A Selic chegaria a 10,75% até o fim do próximo ano.

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