• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Servidores do IBGE acusam Pochmann de assédio e retaliação por críticas à gestão
27 de março de 2025
Analista vê governo ‘acelerando com freio de mão puxado’ e espera inflação chegando a 6% no meio do ano
27 de março de 2025
Published by on 27 de março de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

O Banco Central (BC) quer ter liberdade para decidir como conduzirá a política de juros à frente, inclusive sem indicar o nível de desaceleração do aperto monetário em maio, disseram nesta quinta-feira (27) autoridades da autarquia, ressaltando a necessidade de um ciclo de aperto mais intenso e mais longo quando as expectativas de inflação estão fora da meta.

Em entrevista coletiva para comentar o Relatório de Política Monetária, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, enfatizaram que há segurança de que a taxa Selic está em nível contracionista, ponderando que o BC precisará de dados para tomar suas próximas decisões.

“Entendemos que o ciclo precisa se estender, mas, devido às incertezas, em menor magnitude. A gente consegue informar um horizonte só até a próxima reunião sobre o que estamos pretendendo fazer, preservar esse grau de liberdade”, disse Galípolo.

O BC decidiu na semana passada seguir o aperto monetário já sinalizado previamente nos juros ao elevar a Selic em 1 ponto percentual, a 14,25% ao ano, e indicou um ajuste de menor magnitude na reunião de maio se confirmado o cenário esperado.

Guillen ressaltou que a redução da magnitude dos aumentos da Selic é apropriada, considerando os efeitos defasados da política monetária e também a incerteza do cenário, mas fez alerta sobre a persistência da desancoragem das expectativas de mercado para a inflação.

“Quando você está com expectativas desancoradas, as taxas de juros devem ser mais altas, como a gente está vendo neste ciclo quando se compara com o passado, e por mais tempo”, afirmou.

VEJA MAIS: Mesmo com a Selic a 14,25% ao ano, esta carteira de 5 ações já rendeu 17,7% em 2025

Para Galípolo, o BC precisará reunir o máximo possível de dados para tomar suas próximas decisões, em busca de avaliação sobre se o nível de juros é contracionista o suficiente para a convergência da inflação. Ele ponderou que não há um dado específico a ser observado.

Em relação a medidas recentes anunciadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, Galípolo disse que o BC ainda não incorporou em seus cenários possíveis impactos do novo sistema voltado a estimular o crédito consignado privado. Ele ponderou que as linhas do consignado podem responder melhor aos movimentos da taxa Selic, o que não se observa hoje em linhas mais caras, como o rotativo do cartão de crédito.

Segundo o presidente da autarquia, medidas do governo para redução de alimentos não foram incorporadas ao cenário do BC, assim como a proposta de reforma do Imposto de Renda.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Risco climático ganhará peso crescente na classificação soberana, diz Fitch


Read more
4 de fevereiro de 2026

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria


Read more
3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress