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IPCA-15: Inflação sobe 0,26% em junho e acumula alta de 5,27% em um ano
26 de junho de 2025
Mercado de trabalho do Canadá mostra sinais mistos em abril
26 de junho de 2025
Published by on 26 de junho de 2025
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O Banco Central (BC) elevou sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2025 de 1,9% para 2,1%, mostra o Relatório de Política Monetária (RPM), divulgado nesta quinta-feira (26).

A mudança refletiu a surpresa “ligeiramente positiva” no resultado do primeiro trimestre e nova melhora na perspectiva da produção agrícola no ano.

Além disso, a estimativa incorpora o aquecimento acima do esperado do mercado de trabalho no início do segundo trimestre e algum impacto das mudanças no crédito consignado para trabalhadores do setor privado sobre o consumo e o PIB.

VEJA TAMBÉM: As análises e recomendações de especialistas para investir após a reunião do Copom de junho

A autarquia ressalta, por outro lado, que a expectativa de menor expansão da economia mundial contribui para menor crescimento doméstico. “Apesar da revisão para cima na projeção de crescimento do PIB em 2025, permanece a expectativa de desaceleração da atividade econômica ao longo do trimestre corrente e do segundo semestre”, diz.

A moderação esperada decorre da manutenção de uma política monetária restritiva, do reduzido grau de ociosidade dos fatores de produção, da perspectiva de moderação do crescimento global e da redução do impulso da agropecuária registrado no primeiro trimestre.

A projeção do BC é menos otimista do que a do Ministério da Fazenda — que prevê expansão de 2,4% para o PIB este ano. A expectativa, inclusive, fica abaixo à do mercado, que estima um crescimento de 2,21% em 2025, segundo o Boletim Focus.

Inflação e Selic

O BC destacou que as projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2025 e 2026 recuaram levemente, embora as expectativas de mercado para prazos mais longos sigam desancoradas e sem sinais de melhora.

Segundo a autarquia, os preços dos últimos três meses foram impulsionados por uma atividade econômica mais forte do que o esperado. Por outro lado, a valorização do real e a queda dos preços do petróleo atuaram como forças desinflacionárias.

O documento aponta que a probabilidade de a inflação ultrapassar o teto da meta este ano é de 68%, ligeiramente abaixo dos 70% projetados em março. Para 2026, a estimativa recuou de 28% para 26%.

Na frente da política monetária, o BC reafirmou a sinalização da ata do Copom, indicando a antecipação de uma pausa no ciclo de alta da Selic. O objetivo é avaliar os efeitos do aperto já promovido e verificar se a manutenção da taxa básica em 15% ao ano, por um período prolongado, será suficiente para reconduzir a inflação à meta.

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