• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Fed é guiado por metas econômicas e pela lei, não pela política, diz Powell
29 de janeiro de 2025
Congresso chileno aprova reforma do polêmico sistema de previdência
29 de janeiro de 2025
Published by on 29 de janeiro de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

A mensagem do Comitê de Política Monetária (Copom) foi “telegrafada” e o novo presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo, chegou com a decisão “já meio tomada”. Na avaliação de Caio Megale, economista-chefe da XP, a sinalização prévia de que a Selic subiria mais 1 ponto percentual na primeira reunião foi acertada, após um mês de dezembro tumultuada.

O economista disse que o mercado chegou a temer a possibilidade do Banco Central estender a perspectiva de subir mais 1 ponto percentual – prevista para março – também na reunião de maio.

“Ainda tem muita água para passar por debaixo da ponte até maio. [O Copom] deixa as portas abertas, as expectativas de inflação seguem pressionadas, mas ele também começa a ver sinais de desaceleração da economia”, disse Megale, durante live da XP sobre a decisão do Banco Central, que também foi transmitida pelo InfoMoney.

“O BC não toca no assunto explicitamente, mas quando ele faz o balanço de riscos entre o que pode fazer com a que inflação seja mais alta ou mais baixa do que o esperado, ele coloca uma possível desaceleração da economia que diminua a pressão dos preços lá na frente”, afirma o economista.

Leia mais:

Recado do 1º Copom sob nova direção foi acertadamente duro, dizem economistas

Isso, segundo ele, corrobora com a perspectiva de que o Copom deve reduzir o ritmo de altas a partir de maio, que é a atual aposta da XP. Megale lembra, contudo, que a inflação segue bastante acima do centro da meta, ainda que dentro do intervalo de tolerância.

“Tem um esforço de política monetária ainda a ser feito”, disse o economista. “O câmbio deu uma acomodada, mas o cenário ainda está muito sensível ao que pode acontecer nos Estados Unidos, China e à nossa política fiscal quando o Congresso voltar”.

“Se chegar em maio e economia de fato tiver desacelerado, com o cambio se mantendo em patamares atuais, tirando pressão sobre inflação, o BC reduz o passo”, afirmou Megale.

Dinâmica dos investimentos

Por enquanto a XP mantém a projeção de Selic terminal em 15,5%, patamar em que deve se manter até o final do ano.

“Abrimos o ano com uma demanda fortíssima de clientes querendo passar toda a carteira para pós-fixado”, conta Ana Carolina Salles Leite Viseu, sócia e gestora de portfólio da Sonata, que também participou da live.

Leia mais:

Selic a 13,25% – Quanto rendem agora R$ 10 mil em CDB, Tesouro Direto, LCA e poupançaÉ o fim da renda variável? Como investir em ações, FIIs e renda fixa

“É interessante, no curto prazo, estar posicionado no CDI, só que para o longo prazo as oportunidades estão vindo agora”, complementa, se referindo a remuneração de títulos que já pagam IPCA mais 8%.

“Numa eventual mudança de governo ou um aumento de rigor fiscal, a gente vai ver de novo o fechamento de spreads”. Segundo ela, dentro da tendência de dolarização de investimentos, a gestora também gosta de bonds nos Estados Unidos para proteger o capital em termos reais.
“No ano passado a gente viu que nem o CDI os nossos investimentos. O dólar subiu 27%, enquanto o CDI subiu 10%, 11%. Quem tava só no CDI ficou mais pobre”, lembra.

No mercado acionário, Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP, diz que a alta de juros já está precificada na curva do mercado – logo, nas ações brasileiras também. “Em qualquer corte que a gente faz na Bolsa, a gente vê que as empresas estão pouco endividadas, pagando poucos dividendos e com preços bastante atrativos.”

Ana Carolina, da Sonata, diz que já ficou provado que só o fato da Bolsa estar barata não é gatilho suficiente para alta. “Precisa de um trigger de curto prazo e acredito que, no caso, seria o fluxo. […] Os juros de dez anos nos Estados Unidos precisa manter estabilidade ou indicar queda e o dólar teria que ficar menos forte para atrair fluxo para emergentes”, afirma.

The post BC começa a ver sinais de desaceleração da economia, diz Megale, da XP appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Santander (SANB11) e Itaú Unibanco (ITUB4) na lupa do mercado; o que esperar do Ibovespa hoje (4)


Read more
4 de fevereiro de 2026

Lotofácil 3604 faz um novo milionário; Mega-Sena encalha e prêmio vai a R$ 144 milhões


Read more
4 de fevereiro de 2026

Ações de software despencam; Alphabet divulga resultados; ouro sobe – o que está movendo os mercados


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress