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Japão buscará impulsionar investimento em próximo estímulo econômico, diz Nikkei
8 de novembro de 2025
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8 de novembro de 2025
Published by on 8 de novembro de 2025
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Os ativos brasileiros devem ficar atrás dos demais mercados emergentes nos próximos seis a 12 meses, e, sem um ajuste fiscal real, tendem a enfrentar um desempenho inferior persistente no longo prazo, apontou um novo relatório da BCA Research sobre o país.

De acordo com a instituição, as restrições fiscais, a rigidez estrutural e o modelo político têm limitado o crescimento do Brasil, justamente quando os efeitos da política monetária restritiva, com a Selic alta, começam a aparecer.

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‘Dívida pública insustentável’

A casa reconhece avanços em reformas recentes, mas avalia que as mudanças continuam incrementais e insuficientes.

Segundo a BCA, o maior desafio econômico estrutural do Brasil é justamente a dívida pública, classificada pela instituição como “insustentável”.

“A rigidez fiscal e o crescente endividamento público continuam a aprisionar o país, deixando pouco espaço para investimentos ou estímulos”, afirma o relatório.

“Nem os ajustes fiscais da atual administração, nem um possível governo de direita em 2027 serão capazes de estabilizar a crescente relação dívida pública/PIB sem um compromisso sério”, continua.

Produtividade em queda

Para a BCA Research, o baixo crescimento da produtividade também está entre os principais entraves estruturais da economia brasileira.

“Até que isso mude, o Brasil não poderá escapar da armadilha da renda média. Sem uma mudança em direção à competição, ao investimento e à inovação, permanecerá preso em um nível de renda estagnado”, projeta a casa.

“O país permanece preso entre reformas tímidas e crescente tensão macroeconômica, e corre o risco de anos de estagnação e baixo desempenho, a menos que a disciplina fiscal e a reforma real finalmente se encontrem”, aponta.

Preferência por outros emergentes

Com este cenário, a BCA recomenda reduzir a exposição a ativos brasileiros nos próximos meses, incluindo ações, títulos locais e mercados de crédito soberano.

“Para aqueles que precisam investir em emergentes, acreditamos que ações e renda fixa no México, Chile, Peru e Argentina oferecem perfis de risco-retorno muito melhores”, afirma a instituição.

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