• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
S&P rebaixa rating do First Republic Bank de A- para BB+, com perspectiva negativa
15 de março de 2023
Indefinição sobre uso de precatórios em concessões ‘trava’ demanda de empresas
15 de março de 2023
Published by on 15 de março de 2023
Categories
  • Sem categoria
Tags

O Banco Central Europeu (BCE), que vai anunciar sua decisão sobre a taxa de juros na quinta-feira (16), não deveria nesse momento de turbulência causada pela crise nos bancos regionais dos Estados Unidos “agarrar-se” a um já antecipado aumento de 50 pontos-base como se nada tivesse acontecido desde sua última reunião. A opinião é de Lorenzo Bini Smaghi, presidente do banco Société Générale, em entrevista ao diário econômico alemão Börsen-Zeitung.

Smaghi, que membro do comitê do BCE entre 2005 e 2011, argumentou que assumir uma postura mais dura do que se pensava anteriormente pode ser arriscado no momento e levar a mais instabilidade. “Quanto mais rápido os mercados se estabilizarem, mais cedo o BCE poderá retornar à sua política de redução da inflação”, disse.

Para o executivo, um movimento de alta de apenas 25 pontos base não seria um problema agora se for bem explicado.

Para ele, o BCE deve evitar repetir o erro de 2011, quando continuou a aumentar as taxas de juros sem levar em conta o crescente contágio da reestruturação da dívida da Grécia. “Isso acelerou a crise e levou a uma reversão de curso depois de apenas alguns meses”, lembrou.

Aula Magna gratuita
Seu segundo salário com dividendos
Descubra, com o Thiago Nigro, como montar uma carteira de investimentos focada em dividendos

Inscreva-se

Smaghi explicou que, quando uma parte do sistema financeiro entra em crise (como aconteceu agora com o colapso do SVB), é normal que haja algum contágio para todo o sistema, pois os investidores tendem a se perguntar: “Quem será o próximo?”.

“Levará tempo para ficar claro se existem outras vulnerabilidades no sistema e onde estão localizadas. Como resultado, a aversão ao risco aumenta. O problema desta vez parece ser de natureza diferente, pois não é tanto a qualidade dos ativos dos bancos, mas sim sua liquidez e o descasamento de prazos entre ativos e passivos dos bancos”, analisou.

No entanto, ele não acredita numa crise sistêmica como a de 2008. “Haverá algum contágio que pode levar a uma desaceleração ou recessão”, ponderou.

Sobre as futuras decisões do Federal Reserve, o presidente do Société Générale acredita que as taxas de juros devem continuar subindo ao longo do tempo para trazer a inflação de volta à meta.

Mas ele advertiu que o choque financeiro aumentou a aversão ao risco no curto prazo e que isso deve ser levado em consideração na avaliação do Fed sobre as condições monetárias, o que pode resultar na desaceleração temporária do ritmo de aumentos de juros ou no adiamento de aumentos de juros.

“No entanto, é crucial para o Fed manter a credibilidade em sua tentativa de reduzir a inflação”, defendeu.

The post BCE “agarrar-se” agora à alta de 50 pontos-base nos juros seria repetir o erro de 2011, alerta ex-integrante do conselho appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress