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Juros elevam dívida pública e é preciso convergir políticas fiscal e monetária, diz Durigan
11 de dezembro de 2025
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11 de dezembro de 2025
Published by on 11 de dezembro de 2025
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O Bank of America mantém a projeção de que o Banco Central (BC) iniciará o ciclo de cortes da Selic com uma redução de 50 pontos-base na reunião de janeiro — mesmo após o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgado na véspera, ter mantido um tom mais duro que o esperado.

“Eu esperava que o Banco Central afrouxaria um pouco mais a linguagem, mas isso não veio”, afirmou David Beker, estrategista-chefe do BofA para a América Latina. “Mas faz sentido eles continuarem hawkish até o último minuto. Isso maximiza os efeitos do discurso e da política monetária apertada. Se começa a afrouxar antes, o mercado precifica e há perda de credibilidade.”

A visão do banco, portanto, permanece inalterada: depois do corte inicial, o BofA projeta reduções em todas as reuniões do Copom, levando a Selic para 11,25% ao fim do ciclo. Esse patamar, segundo Beker, ainda seria “acima da neutralidade”.

Para ele, o ambiente macro dá suporte à trajetória. “A inflação está mostrando sinais e está bem baixa na margem. O breakdown tem surpreendido positivamente e as expectativas têm caído. Do lado da atividade, os dados do segundo semestre mostram desaceleração, o que cria condições para mais cortes”, disse.

O BofA espera que o PIB cresça 2,5% em 2024, desacelerando para 2% em 2025.

Fiscal deve trazer poucas surpresas e facilitar vida do Copom, diz Beker

O estrategista também avalia que o risco fiscal para 2025 é menor do que se imagina. “O Lula, neste momento, está confortável com a reeleição. Eu questiono se teríamos surpresas fiscais que veríamos se ele estivesse pior nas pesquisas. O fato de ele estar bem-posicionado diminui o risco fiscal”, afirmou. Segundo ele, a maior parte das entregas políticas já foi feita, e novas propostas devem ser direcionadas à campanha, não ao curto prazo.

O BofA também mantém o dólar mais fraco como cenário base e projeta o câmbio em R$ 5,20 no fim de 2025. “O nosso cenário ainda é de dólar fraco, mas as convicções diminuem porque já teve um movimento. Antes o posicionamento era short dólar contra tudo. Hoje está mais concentrado em emergentes”, explicou.

Ele pondera, no entanto, que a volatilidade eleitoral pode reduzir, na margem, a atratividade do real.

Nos Estados Unidos, Beker destaca que as eleições de meio de mandato e a condução da política fiscal devem entrar no radar. “2025 é ano eleitoral. Muita gente discute como o fiscal vai se comportar”, disse. Do lado monetário, ele avalia que a economia segue robusta, com pouco espaço para cortes no curto prazo.

“O Fed reduziu os juros em 0,25 ponto percentual. O comunicado trouxe um tom hawkish, mas a coletiva não foi tanto. Houve anúncio de injeção de liquidez. Vai depender muito dos dados. O ponto principal é que há muita incerteza sobre Estados Unidos e Fed”, afirmou.

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