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Published by on 21 de julho de 2025
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A cesta básica do paulistano ficou 6% mais cara nos últimos 12 meses, resultado puxado principalmente pelo grupo de alimentação, onde a variação foi de 7,1% no período. Os valores estão acima da inflação oficial medida pelo IPCA, que acumula alta de 5,35% no mesmo período. Os dados são da Fundação Procon-SP, em parceria com o Dieese.

Para o paulistano, o cafézinho do dia a dia está cada vez mais amargo. Este foi o produto que mais pesou no bolso do paulistano, que ficou 95,9% mais caro nos últimos 12 meses. Em seguida vem a carne de segunda (sem osso), com aumento de 29,5%, e a carne de primeira, com elevação de 28%.

Leia também: Café da manhã mais caro: entenda os motivos por trás da alta dos preçosInflação anual

ItemJunho/24Junho/25VariaçãoCesta básicaR$ 1.278,29R$ 1.355,046%AlimentaçãoR$ 1.091,04R$ 1.168,61 7,1%LimpezaR$ 76,16R$ 75,74 -0,55%HigieneR$ 111,09R$ 110,69-0,36%

No semestre, a inflação acumulada é de 0,3% na cesta básica. As maiores altas são nos produtos de limpeza. Higiene teve redução de preços de 1,31% e a Alimentação teve aumento de 0,17%.

Inflação semestral

ItemJaneiro/25Junho/25VariaçãoCesta básicaR$ 1.351,12R$ 1.355,040,3%AlimentaçãoR$ 1.166,54R$ 1.168,610,17%LimpezaR$ 71,41R$ 75,74 6%HigieneR$ 112,17R$ 110,69-1,31%

Na variação mensal, a cesta de produtos do paulistano ficou 0,69% mais barata entre maio e junho. O preço médio passou de R$ 1.364,39, em maio, para R$ 1.355,04 no final do mês passado.

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Clima e exportações impactam preços

Segundo o Procon-SP, inúmeros fatores influenciam a oscilação de preços no grupo de alimentação, como problemas climáticos, questões sazonais, excesso ou escassez de oferta ou demanda pelos produtos, preços das commodities, variações cambiais, formação de estoques, desonerações de tributos, entre outros.

O café em pó, por exemplo, segue com elevação de preços, apesar do avanço da colheita da safra. O pacote de 500g passou de R$ 15,79 em junho de 2024, foi a R$ 20,69 em janeiro deste ano e chegou a R$ 30,94 em junho. 

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), essa escalada de preços derrubou o consumo do produto em 15,9% em abril, comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Já a carne teve elevação de preços porque, por um lado, os pecuaristas reduziram a oferta para alcançar valores mais altos e, por outro lado, porque o ritmo de embarque da carne bovina esteve mais acelerado em junho.

Segundo o Procon-SP, em dezembro de 2024, a carne de 1ª custava, em média, R$ 46,74 e passou para R$ 47,48, em junho de 2025. Neste período, a carne de 2ª subiu de R$ 33,93 para R$ 34,25.

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