• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
De olho na inflação, Trump reduz tarifas sobre carne, café e outros alimentos
15 de novembro de 2025
Amistoso entre Brasil x Senegal: onde assistir e horário da partida
15 de novembro de 2025
Published by on 15 de novembro de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

Imagine aquele seu cachorro, gato ou outro bichinho com quem tenha um laço emocional muito forte, faz parte da família e não imagina a vida sem ele. Com US$ 50 mil – equivalente a R$ 263 mil na cotação atual –, é possível coletar o material genético dele e cloná-lo para ter uma versão idêntica por vários anos.

Poderia parecer um episódio de Black Mirror (e de fato foi, mas com seres humanos, nos episódios USS Callister e Be Right Back), mas essa tecnologia já saiu das telas e chegou ao cotidiano.

Diversas personalidades já confirmaram que clonaram seus animais de estimação: Tom Brady, Paris Hilton e a atriz Barbra Streisand são exemplos que anunciaram a “criação” de cães idênticos aos que tiveram.

O caso mais recente envolve o jogador de futebol americano. Na semana passada, Tom Brady revelou que sua cadela Junie é, na verdade, um clone de Lua, uma mistura de pit bull que ele teve com a ex-esposa, Gisele Bündchen, e que faleceu em 2023.

À esquerda, a cadela Lua com Gisele Bündchen e, à direita, Tom Brady com o clone Junie. Fonte: Reprodução/Instagram

Uma das empresas que oferecem esse serviço é a americana ViaGen, especializada em biotecnologia, cobrando cerca de US$ 50 mil. O lema da empresa é “mais vida, mais amor: nós clonamos mais animais do que qualquer outra instituição no planeta”.

A ViaGen é detentora dos direitos da tecnologia usada para clonar a famosa ovelha Dolly nos anos 90 e, recentemente, foi comprada pela Colossal Biosciences – companhia na qual Brady investe.

De acordo com o ex-quarterback, a clonagem foi feita a partir de uma “simples coleta de sangue” da cadela idosa da família antes de sua morte.

LEIA TAMBÉM: Conheça as análises da research mais premiada da América Latina: veja como acessar os relatórios do BTG Pactual gratuitamente com a cortesia do Money Times

Desperdício de vidas, tempo e dinheiro

Embora muitos desejem manter seus pets para sempre, o processo enfrenta críticas de organizações de defesa dos animais.

Para a PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), a clonagem de animais de estimação é um “show de horrores”:

“Um desperdício de vidas, tempo e dinheiro. O sofrimento causado por esses experimentos é inimaginável. Não existe justificativa válida para isso e deveria ser proibido”, declarou a entidade.

Dolly foi o início de tudo: como ocorre a clonagem animal?

Na prática, a clonagem inicia com a coleta de algumas células do animal para congelamento e armazenamento em um biobanco. Foi exatamente essa a etapa feita por Tom Brady com Junie antes da morte da cadela.

Quando chega o momento da clonagem, essas células são descongeladas, os núcleos contendo o DNA são removidos e inseridos em óvulos doadores de outro animal da mesma espécie.

Funciona como uma troca de DNA. Em seguida, a “nova” célula é cultivada em laboratório até desenvolver-se como um embrião, preparando-se para a gestação no útero de uma fêmea da espécie.

O método é o mesmo usado com Dolly décadas atrás e é aplicado para diversos fins: clonagem pós-morte de pets, recuperação de espécies ameaçadas e melhoramento genético de rebanhos.

No caso de espécies ameaçadas, a ideia é criar clones para aumentar a população e estimular a reprodução natural.

Essa técnica já foi aplicada em furões-de-patas-negras e no cavalo de Przewalski, considerada a última espécie selvagem da Terra.

Apesar de parecer eficiente, cientistas alertam que a clonagem isolada não salva espécies da extinção, pois não resolve problemas como perda de habitat e impactos humanos.

No Brasil, o debate sobre clonagem concentra-se mais na agropecuária. No ano passado, a Lei 15.021 regulamentou a produção, manipulação, importação, exportação e comercialização de material genético e clones animais.

A lei visa maior controle e segurança, além de abordar aspectos éticos e ambientais da clonagem.

SAIBA MAIS: Acesse gratuitamente as carteiras de ações, FIIs e BDRs sugeridas por analistas do mercado com essa curadoria do Money Times

Seu pet clonado não será exatamente igual

A clonagem de animais domésticos ainda gera muitas dúvidas. Além das questões éticas e emocionais, cientistas alertam que o clone não é exatamente idêntico ao original.

A genética é igual, mas o animal não é o mesmo. Isso ocorre pois uma pequena parte do DNA está fora do núcleo e é herdada da mãe, o que é chamado de DNA mitocondrial.

Ou seja, durante a gestação, o clone recebe parte do DNA da fêmea que carrega o embrião.

Outra crítica da PETA diz respeito aos muitos animais disponíveis para adoção. Enquanto celebridades clonam seus pets falecidos, inúmeros cães e gatos abandonados aguardam um lar:

“Também podemos homenagear nossos animais [falecidos] reconhecendo que eles são únicos e não replicáveis”.

 

Com informações de O Globo e MIT Technology Review.

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress