• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Nissan revelará carro movido a energia solar que dispensa gasolina e pode alcançar 3 mil km de autonomia
22 de outubro de 2025
BofA prevê que Banco do Canadá manterá taxas em outubro, com corte mais provável em dezembro
22 de outubro de 2025
Published by on 22 de outubro de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

As tarifas dos Estados Unidos têm mexido com a economia brasileira. No entanto, segundo a Moody’s Analytics, os efeitos macroeconômicos de um eventual acordo entre Brasil e EUA seriam provavelmente marginais. E a prova disso é o Corolla.

A análise destaca que a tarifa efetiva dos EUA dificilmente retornará aos níveis anteriores a janeiro. Além disso, o chamado Custo Brasil — formado por uma combinação de impostos, burocracia e regulamentações — torna improvável que empresas americanas consigam condições significativamente melhores para competir no mercado brasileiro no curto prazo.

“O custo de um Toyota Corolla no Brasil é um exemplo claro da magnitude dessas barreiras. Embora os dados sobre tarifas sejam acessíveis, calcular o impacto adicional de impostos e burocracia sobre o custo de fazer negócios no Brasil continua sendo uma tarefa complexa”, afirma a Moody’s Analytics.

Uma forma prática de ilustrar esse protecionismo é comparar preços de bens produzidos no Brasil. Eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis custam entre 30% e 50% mais do que em outras economias emergentes. No caso do Corolla, modelo básico vendido a preços semelhantes nos EUA e no México, o custo no Brasil pode ser até um terço maior.

Além disso, avaliar os ganhos econômicos potenciais de uma economia manufatureira mais competitiva e voltada para exportações é complicado, já que o protecionismo está profundamente enraizado no setor industrial brasileiro.

VEJA MAIS: O que os balanços do 3T25 revelam sobre o rumo da bolsa brasileira e quais ações podem surpreender nos próximos meses – confira as análises do BTG Pactual

Avanço nas negociações

Nos últimos meses, representantes do Brasil e dos Estados Unidos têm mantido negociações para tentar solucionar a disputa tarifária. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump devem se encontrar neste domingo (26), na Malásia, reforçando a aproximação diplomática entre os países.

Após um encontro informal na Assembleia Geral da ONU, em setembro, os líderes conversaram por telefone em 6 de outubro, sinalizando disposição para superar tensões anteriores.

Antes disso, Trump e Lula já haviam divergido sobre a tentativa do Brasil de estreitar relações comerciais e diplomáticas com os países do BRICS, bem como sobre alternativas ao dólar americano. Além disso, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF por planejamento de um golpe anti-democrático, foi citado pela Casa Branca como um dos motivos das tarifas impostas em julho.

Essas questões continuam presentes, mas os impactos econômicos das tarifas abriram uma oportunidade para o diálogo.

O relatório destaca que os preços do café e da carne bovina — produtos em que o Brasil é o primeiro e o terceiro maior fornecedor dos EUA, respectivamente — também estão em alta, o que aumenta a pressão política sobre Trump para avançar nas negociações.

Embora as tarifas não tenham alterado de forma significativa a macroeconomia brasileira — devido ao aumento das exportações para a China — alguns setores foram fortemente afetados. É o caso da indústria aeronáutica.

“Os EUA são um mercado estratégico para a Embraer, que, junto com México e Canadá, concentra 60% de suas vendas globais. Apesar de aeronaves e peças terem sido excluídas das tarifas de julho, a Embraer ainda enfrenta uma tarifa base de 10%, enquanto concorrentes no México e Canadá exportam sem tarifas pelo USMCA”, destaca o relatório da Moody’s.

Terras raras: a próxima moeda da disputa

Outro ponto que pode favorecer um acordo é o potencial estratégico do Brasil em metais de terras raras, usado em diversas tecnologias avançadas. O país possui as segundas maiores reservas mundiais, atrás apenas da China, mas sua participação na produção global ainda é limitada.

Nos EUA, cresce o interesse em acessar fontes alternativas desses minerais, enquanto empresas brasileiras buscam capital para desenvolver a produção. Qualquer benefício extra, como incentivos para mineradoras americanas investirem nos depósitos brasileiros, demandaria tempo, devido ao baixo nível atual de produção e à infraestrutura ainda insuficiente.

Vale, WEG, Netflix e fiscal no radar do Ibovespa hoje: Assista ao Giro do Mercado de hoje e fique por dentro do que mexe com seus investimentos:

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress