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Japão revisa para baixo PIB do 1º trimestre, enquanto confiança de serviços piora
1 de julho de 2024
IPC-S desacelera para 0,22% no em junho, diz FGV
1 de julho de 2024
Published by on 1 de julho de 2024
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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) ficou estável (0,0 ponto) em junho ante maio pelo segundo mês consecutivo, aos 95,6 pontos, informou nesta segunda-feira (1) a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Como resultado, a média do ICE no segundo trimestre foi de 95,6 pontos, acima dos 94,8 pontos registrados no primeiro trimestre.

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Segundo Aloisio Campelo Junior, superintendente de estatísticas públicas do FGV/Ibre, a confiança empresarial desacelerou a tendência de recuperação observada no início do ano. “O resultado pode ter sido influenciado pelo impacto das enchentes no Rio Grande do Sul sobre o nível de atividade econômica corrente da região, uma vez que o Índice de Expectativas voltou a subir no mês e a atingir o maior nível desde setembro de 2022”, explicou em nota.

“Entre os setores, Indústria e Construção continuam a apresentar resiliência enquanto os Serviços e, principalmente, o Comércio vêm registrando perda de fôlego nos últimos meses”, detalhou Campelo Junior.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) recuou 0,7 ponto em junho ante maio, para 95,1 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) cresceu 0,6 ponto, para 96,0 pontos.

Entre as expectativas, a melhora foi puxada pela percepção sobre a demanda nos três meses seguintes, com alta 1,2 ponto, para 95,8 pontos. O item que mede a tendência dos negócios para os seis meses seguintes subiu 0,1 ponto, para 96,3 pontos.

Quanto ao momento presente, houve recuo de 0,7 ponto na percepção sobre a demanda atual, para 95,3 pontos, e redução de 0,6 ponto na avaliação sobre a situação atual dos negócios, para 95,0 pontos.

Na passagem de maio para junho, a confiança dos serviços encolheu 0,2 ponto, para 94,0 pontos; a do comércio recuou 1,2 ponto, para 90,3 pontos; a da indústria cresceu 0,4 ponto, para 98,4 pontos; e a da construção ficou estável (0,0 ponto), em 96,4 pontos.

Em junho, a confiança avançou em 53% dos 49 segmentos integrantes do ICE. “Houve aumento da difusão de alta em todos os setores, exceto na Construção”, acrescentou a FGV.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 3.554 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 24 de junho.

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