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Published by on 5 de novembro de 2025
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A XP Investimentos promoveu um encontro entre clientes institucionais com economistas e gestores do mercado. Caio Megale, do time de Economia da XP, recebeu dessa vez o economista-chefe da Bradesco Asset Management (BRAM), Marcelo Toledo. Os especialistas compartilharam suas visões sobre o cenário macroeconômico atual, projeções para a taxa Selic e expectativas quanto ao início do ciclo de corte de juros.

Na avaliação dos especialistas, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidirá pela manutenção da Selic, a taxa básica de juros, na reunião desta quarta-feira (5). Eles também esperam que as autoridades mantenham um tom mais cauteloso no discurso, apesar da descompressão inflacionária sinalizada em dados divulgados recentemente.

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Selic travada, mas atenção total ao discurso: o que o Copom pode sinalizar ao mercado

Com a taxa básica de juros estacionada e o Ibovespa nas alturas, investidores voltam as atenções ao comunicado do Banco Central, que pode redefinir o humor da Bolsa e do câmbio

A leitura predominante é que o Copom não deve promover mudanças significativas na mensagem que acompanhará a decisão, mantendo o discurso de que os juros devem permanecer em patamar elevado por um período prolongado.

Mesmo com dados positivos de inflação no curto prazo, o mercado de trabalho continua aquecido, o que permite o Banco Central agir cautelosamente, focando no objetivo de reduzir a inflação.

Corte de juros em março

Segundo participantes do encontro, o primeiro corte de juros deve ocorrer em março de 2026. Por outro lado, não está descartada a hipótese de janeiro, caso a inflação continue melhorando e o mercado de trabalho começar a desacelerar.

Para que o corte ocorra em março, o Banco Central deve aliviar o tom e tirar a referência ao “período bastante prolongado” de seus comunicados a partir de dezembro. Em janeiro, deve sugerir viés de queda e começar efetivamente o ciclo de flexibilização em março.

Megale afirmou que, mesmo que o Banco Central pretenda iniciar o ciclo de cortes em janeiro, é mais provável que ele opte por manter a postura cautelosa nessa decisão de novembro (mantendo a menção ao “período bastante prolongado”), flexibilizando o tom em dezembro, caso for adequado.

Para Toledo, o BC está em modo de espera. “Mais do que uma eventual apreciação ou depreciação do real ante o dólar, o início dos cortes na Selic e a duração desse novo ciclo de queda de juros dependerá dos dados de atividade econômica”.

Além do início de corte em março, as estimativas da XP consideram que o ciclo de flexibilização monetária se dará em seis cortes consecutivos de 0,50 p.p. até a Selic atingir 12% a.a. Em termos reais, a taxa se estabilizaria em 7,5%, acima do que os especialistas da casa consideram neutro de 5,5%. 

Onde mora o risco?

Além da proposta de isenção do Imposto de Renda com início em janeiro de 2026, participantes discutiram os efeitos da liberação de compulsório da poupança e os R$ 40 bilhões em recursos para financiar reformas residenciais, programa Reforma Casa Brasil.

Diante desses estímulos fiscais, os analistas destacam que a economia brasileira no primeiro trimestre de 2026 ainda deve estar aquecida, com risco de corte de juros menores ou ainda postergados.

Os estímulos podem levar o BC a revisar sua perspectiva para a ociosidade da economia, o que pode limitar a queda das suas projeções de inflação.

“Sobre a influência das eleições em 2026 na condução do novo ciclo de juros, a avaliação majoritária é que a política monetária será pouco condicionada à disputa presidencial, pelo menos em seus movimentos iniciais de cortes de juros”, diz relatório

The post Copom deve adotar tom cauteloso e manter indefinido o início do ciclo de cortes appeared first on InfoMoney.

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