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Proposta de tarifa gratuita de ônibus pode custar até R$ 57 bi por ano, estima XP
16 de setembro de 2025
Comissão do Senado aprova retirada de gastos com tarifaço do teto de gastos
16 de setembro de 2025
Published by on 16 de setembro de 2025
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O Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a Selic em 15% ao ano na decisão de quarta-feira (17), além de retirar a possibilidade de novas altas, afirmam o economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale, e sua equipe. Os diretores também devem reforçar que não consideram flexibilizações da taxa no curto prazo.

Os especialistas da casa afirmam que a melhora recente do cenário inflacionário e a desaceleração da atividade econômica brasileira abrem espaço para a retirada da ameaça de retomar o ciclo de aperto monetário.

Desde quando o Comitê afirmou que “não hesitaria em retomar o ciclo de alta de juros”, os indicadores evoluíram: a atividade econômica perdeu ritmo, as expectativas de inflação recuaram nos horizontes de curto e médio prazos e o cenário de afrouxamento monetário nos Estados Unidos fortaleceu a moeda brasileira.

GIRO DO MERCADO: Copom decide os rumos da Selic e isso pode mexer com seus investimentos – acompanhe em edição especial do programa nesta quarta-feira

Apesar da melhora, o Copom deve continuar enfatizando que a taxa Selic permanecerá em níveis elevados por um “período bastante prolongado”.

Segundo a XP, a inflação ainda está acima da meta e a demanda doméstica, embora enfraquecida, deve receber impulso com as medidas expansionistas previstas para 2026.

“Perseverança deve ser a palavra de ordem do comunicado”, apontam Megale e equipe.

A XP projeta que, caso a melhora inflacionária se consolide, o Copom terá margem para iniciar um ciclo gradual de cortes em janeiro de 2026. A estimativa é de que os juros recuem para 12%, após seis reduções consecutivas de 0,50 ponto percentual.

Ainda assim, para que a política monetária se aproxime de níveis neutros, em torno de 5,5% em termos reais, será necessário avanço em reformas fiscais e no reequilíbrio do hiato do produto, o que só deve ocorrer a partir de 2027.

Sem essas reformas estruturais, a trajetória da dívida pública pode reacender discussões sobre dominância fiscal, limitando a capacidade do Banco Central de reduzir os juros de forma significativa no futuro, dizem os economistas.

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