• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Xi Jinping defende fortalecimento da indústria para impulsionar modernização da China
20 de maio de 2025
Governo federal abre nova seleção para contratação de moradias do MCMV
20 de maio de 2025
Published by on 20 de maio de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

O investidor bilionário Ray Dalio, fundador do Bridgewater Associates, o maior hedge fund do mundo, afirmou que o recente rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Moody’s representa apenas uma parte dos riscos enfrentados pelos detentores de títulos públicos. Para ele, a ameaça mais séria está fora do radar das agências: a possibilidade de o governo americano imprimir dinheiro para honrar suas dívidas.

“Ao falar do rebaixamento da dívida dos EUA, é importante saber que as agências de rating subestimam os riscos de crédito porque avaliam apenas a chance de o governo não pagar o que deve”, escreveu Dalio em uma publicação na rede social X. “Para quem se importa com o valor do seu dinheiro, os riscos da dívida americana são maiores do que o que as agências transmitem.”

Na semana passada, a Moody’s rebaixou a nota dos EUA de AAA para Aa1, citando o crescente desequilíbrio fiscal e a escalada da dívida nacional. Foi a última das três grandes agências a retirar a classificação máxima dos títulos soberanos americanos.

Apesar disso, Dalio argumenta que o risco de inadimplência é hoje improvável — e menos relevante do que o impacto que a expansão da base monetária pode ter sobre o valor real dos rendimentos. “Eles não consideram o risco maior, que é o de os países endividados imprimirem dinheiro para pagar suas dívidas, fazendo com que os detentores dos títulos sofram perdas devido à desvalorização do dinheiro que estão recebendo”, disse.

Na prática, a emissão de dólares para cobrir déficits aumenta a oferta de moeda e pressiona a inflação, reduzindo o poder de compra dos rendimentos obtidos com os títulos.

A avaliação de Dalio surge em meio ao debate sobre o novo orçamento no Congresso americano. Segundo a Moody’s, as propostas atuais não devem levar a cortes significativos nas despesas obrigatórias nem na trajetória dos déficits, o que compromete a sustentabilidade fiscal de longo prazo.

Na segunda-feira, após o rebaixamento, os juros dos Treasuries de 30 anos superaram os 5% — patamar não visto desde o episódio em que o então presidente Donald Trump anunciou tarifas retaliatórias em abril de 2018, o que também provocou uma onda de vendas no mercado.

Dalio já havia criticado anteriormente o impacto das políticas tarifárias na percepção de confiabilidade dos EUA. Em agosto, ele alertou que o ambiente de incerteza e os riscos nos mercados estavam deixando os investidores “traumatizados” e minando a reputação americana como porto seguro financeiro.

The post Decisão da Moody’s sobre EUA é o de menos, diz Ray Dalio: “Risco da dívida é maior” appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress