• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
“Garoto-propaganda”: WSJ cita Brasil como exemplo negativo de protecionismo
13 de abril de 2025
China considera isenção de tarifas dos EUA um “pequeno passo” para corrigir um erro
13 de abril de 2025
Published by on 13 de abril de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

Desde o anúncio do ‘tarifaço’ dos Estados Unidos, em 2 de abril, o dólar tem perdido força ante as moedas globais. No período, o índice DXY, que compara a divisa norte-americana ante uma cesta de seis moedas, acumula queda de cerca de 4%. 

Na última sexta-feira (11), o DXY operou abaixo de 100 pela primeira vez desde 2022. O índice de dólar fechou em queda de mais de 1%, a 99,92. 

“De forma superficial, um dos motivos para a desvalorização do dólar é o aumento da chance de recessão na economia norte-americana. Mas tem forças muito mais amplas e tem a ver com os principais pares do dólar no ambiente global”, afirmou Guilherme Maia, economista da Opportunity.

Um dos principais beneficiados pelo enfraquecimento da moeda norte-americana é o euro. Na última sessão da semana, a divisa europeia subiu mais de 1% em relação ao dólar na sexta-feira (11) e encerrou a US$ 1,134 — no maior nível desde fevereiro de 2022.

E MAIS: Junte-se à comunidade de investidores do Money Times para ter acesso a reportagens, coberturas, relatórios e mais; veja como

“Essa bagunça das tarifas de Trump ofuscou um pouco o brilho da Europa nos últimos meses, com as mudanças da forma como os europeus enxergam as restrições fiscais e como eles conseguiram destravar vários aspectos para aumentar o investimento não só em defesa, mas também em infraestrutura”, destacou Maia. 

Segundo ele, não falta inovação na Europa. “O que falta é capacidade de investimentos para colocar as empresas e setores europeus em pé de igualdade com os Estados Unidos e com a Ásia, do ponto de vista de tamanho e de eficiência.”

Além disso, o economista da Opportunity avaliou que a ‘retórica de negociações’ de Trump, sobre as tarifas, acabou levando a uma ruptura de relacionamento com o bloco europeu — “que vai ser difícil de retomar mesmo em outros governos [norte-americanos]”. 

Mas, para além da fraqueza do dólar ante o euro com o ‘tarifaço’ de Trump, Maia considerou que outros fatores também tendem a enfraquecer a divisa norte-americana no longo prazo: o cenário fiscal, por exemplo. 

“[Os EUA têm] inclusive uma vulnerabilidade fiscal que, em algum momento, vai ser algo mais premente [para o dólar] e urgente para se lidar”, disse Maia, da Opportunity no evento da Fami Capital. 

E MAIS: O Money Times liberou mais de 70 carteiras recomendadas de ações, fundos imobiliários, BDRs e ativos pagadores de dividendos – acesse gratuitamente aqui

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more
4 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025; governo revoga mais assageiros no Santos Dumont


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress