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BCE sobe juros em 50 pontos base
2 de fevereiro de 2023
Pedidos de seguro-desemprego nos EUA caem a 183 mil na semana, abaixo da expectativa de 200 mil
2 de fevereiro de 2023
Published by on 2 de fevereiro de 2023
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O dólar comercial é negociado abaixo de R$ 5 nesta quinta-feira (2) pela primeira vez desde junho do ano passado. Por volta das 11h (horário de Brasília), a moeda americana caia 1,63% frente ao real, a R$ 4,977 na compra e a R$ 4,978 na venda.

O câmbio é impactado hoje, principalmente, pelas sinalizações dos bancos centrais americano e brasileiro.

Ontem, diretores do Federal Reserve aumentaram a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, para o intervalo de 4,50% a 4,75%, e reforçaram o compromisso de controlar a inflação no país. Ao mesmo tempo, porém, Jerome Powell, diretor da instituição, sinalizou que a alta dos preços na maior economia do mundo parece estar controlada.

Com isso, os treasuries yields vêm caindo desde então, com o mercado entendo que as taxas, em breve, terão espaço para recuar. O título para dez anos era negociado ontem, antes do anúncio, a cerca de 3,50%. Hoje, ele toca 3,345%. O para dois anos, que estava em 4,20%, agora opera em 4,04%.

Os títulos do tesouro americano, por serem considerados um dos ativos mais seguros do mundo, atraem muito capital quando pagam retornos maiores. Com quedas consideráveis, no entanto, há um movimento de saída de dinheiro dos Estados Unidos, ou do dólar, para outras economias.

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Ao mesmo tempo, o Banco Central brasileiro, que também divulgou ontem uma sinalização monetária, indicou que pode manter as taxas de juros brasileiras em patamares elevados por mais tempo, por conta do risco fiscal.

Com o atual governo sinalizando que pretende gastar mais, mesmo com o Brasil em uma situação financeira já complicada, a autoridade monetária tem de manter a chamada Selic em patamares elevados – para que investidores se sintam atraídos em trazer, ou manter, dinheiro para o país, apesar do risco maior de as contas públicas não serem honradas.

Com isso, ativos brasileiros, principalmente de renda fixa, acabam se tornando mais interessantes.

Esse movimento fortalece operações de carry trade – com investidores tomando dólares emprestados nos Estados Unidos, com juros menores, para investir em moedas com maiores rendimentos, caso do real.

Em relatório na véspera, a XP destacou que, nas últimas semanas, o real teve um desempenho inferior aos pares emergentes, com a deterioração das perspectivas fiscais e ruídos políticos no ambiente doméstico contrabalanceando a melhoria de fatores externos.

Mas, considerando tanto fatores estruturais quanto cíclicos, os modelos do economista Rodolfo Margato, que assina o relatório, sugerem que o dólar poderia estar entre R$ 4,50 e R$ 4,85. Isso mostra espaço para o fortalecimento do real ao longo do ano, apontou. Contudo, destacou que isso depende, em grande medida, de uma menor percepção de riscos domésticos, sobretudo no campo fiscal.

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