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Inflação nos EUA está ‘muito elevada’ e se mostra ‘teimosamente persistente’, diz membro do Fed de Richmond
16 de junho de 2023
Fed reitera “considerável incerteza” por trajetória de juros em relatório de política monetária
16 de junho de 2023
Published by on 16 de junho de 2023
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Após ter caído em nove das dez sessões anteriores, o dólar comercial fechou a sexta-feira em alta ante o real no Brasil, com investidores realizando os lucros mais recentes e com as cotações seguindo a tendência mais ampla do exterior, onde a moeda norte-americana também subia ante várias outras divisas.

A divisa americana fechou a sessão cotada a R$ 4,819 na compra e R$ 4,820, com avanço de 0,39%. No acumulado da semana, porém, o dólar cedeu 1,18%. Cabe ressaltar que, na véspera, a divisa havia renovado o seu menor patamar em um ano.

Após ter acumulado queda de 5,32% nas dez sessões anteriores, o dólar se manteve em alta ante o real durante toda a sexta-feira, com parte dos investidores realizando os lucros mais recentes e recompondo posições.

Profissionais ouvidos pela Reuters argumentaram que, após os recuos mais recentes, era natural o dólar voltar a subir, ainda que a tendência mais geral seja de queda.

Além disso, há certa resistência técnica para a moeda norte-americana quando ela se aproxima dos R$ 4,80.

“Um dólar abaixo de R$ 4,80 não seria um valor justo, conforme o nosso modelo. Assim, com a cotação caindo abaixo de R$ 4,81 ou R$ 4,82, a moeda começa a ficar fora do fundamento”, comentou o economista Rafael Pacheco, da Guide Investimentos.

Pacheco lembra que, com a perspectiva de queda da taxa básica Selic no Brasil e de aumento dos juros nos EUA, o diferencial de juros vai diminuir, o que tornará o país menos atrativo aos investidores estrangeiros. Em algum momento, segundo ele, isso vai impactar as cotações.

Além de questões técnicas, o dólar foi impactado nesta sexta-feira no Brasil pelo avanço da divisa também no exterior.

“Nós vimos um dólar um pouco mais forte no Brasil, reflexo de um dólar mais forte no exterior, com o DXI (índice do dólar ante uma cesta de moedas) ganhando força e a moeda ganhando força também ante divisas de outros emergentes”, comentou Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital.

Izac lembrou que, em sua decisão de política monetária da última quarta-feira, o Federal Reserve sinalizou que poderá elevar os juros nos EUA mais duas vezes até o fim de 2023. E juros mais altos, em tese, significam um dólar mais alto.

No exterior, o dólar seguia registrando ganhos ante várias divisas no fim da tarde.

Às 17:18 (de Brasília), o índice do dólar –que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas– subia 0,17%, a 102,310.

No Brasil, pela manhã, o Banco Central vendeu todos os 16.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados na rolagem dos vencimentos de agosto.

(com Reuters)

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