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Presidente do Fed de Nova York diz que política monetária moderadamente restritiva é “apropriada”
24 de junho de 2025
Guerra no Fed se intensifica, mas corte de juros em julho ainda é prematuro: Macquarie
24 de junho de 2025
Published by on 24 de junho de 2025
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O Comitê de Política Monetária (Copom) demonstra maior resistência em iniciar um novo ciclo de cortes de juros em breve, afirma o economista do Santander, Marco Antonio Caruso. Na ata referente à reunião da semana passada, o Banco Central (BC) disse que a Selic deve permanecer em patamar contracionista por período prolongado.

O economista afirma que parece haver uma percepção entre os diretores da autarquia de que houve um “frontloading” no ciclo — aperto na política monetária concentrado no início do ciclo. “Isso justificaria uma pausa para observar os efeitos tardios”, diz.

Na ata divulgada nesta terça-feira (24), o Comitê enfatizou que as altas na Selic foram rápidas e firmes e que os efeitos do aperto na economia ainda estão por vir, devido à defasagem.

“Embora a orientação oficial permaneça neutra em comparação com o que já sabemos a partir do comunicado, o tom geral do documento se inclina para uma postura mais moderada, sugerindo uma abordagem cautelosa, porém paciente, em relação a futuras decisões monetárias”, afirma.

A economista-chefe do Inter, Rafaela Vitoria, por sua vez, afirma que o tom “mais duro” do Comitê enfatiza a necessidade de manter a taxa de juros em patamar restritivo.

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“A desancoragem das expectativas ainda é o principal fator de desconforto e, na avaliação do Copom, tende a retardar o processo de convergência de inflação para a meta. O risco fiscal também foi mencionado, tanto na interferência nos canais de crédito, mas também no seu fator pro-cíclico de estímulo à demanda, além do elevado prêmio de juros devido à incerteza”, diz.

Vitoria espera que a desaceleração do crédito e da atividade se intensifique no segundo semestre, enquanto o câmbio favorável mantenha m baixa a inflação de bens industriais e alimentos. A expectativa é de que a inflação atinja o pico de 5,5% em 2025, já apontando desaceleração para abaixo de 5% ainda este ano.

Diante desse cenário, o Inter entende que as discussões sobre a redução no nível de restrição monetária podem se iniciar no final de 2025. O principal risco, no entanto, para esse cenário é o orçamento fiscal de 2026.

“Caso o governo tenha um orçamento mais frouxo, por exemplo, com o aumento da isenção do IRPF sem a devida compensação e manutenção do ritmo de crescimento de gastos, a inflação pode seguir persistente e a Selic pode permanecer em 15% por um período mais longo”.

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