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Published by on 20 de agosto de 2023
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Ana Paula Vescovi, ex-secretária do Tesouro Nacional e atual diretora de macroeconomia do banco Santander Brasil, afirmou que é preciso discutir qual é a capacidade do país de crescer no longo prazo e se isso mudou em razão de eventos recentes importantes.

Entre esses eventos, Vescovi citou as reformas após a crise econômica de 2015-2016 e o aumento da abertura comercial brasileira. “A própria mudança do perfil da dívida, da dinâmica macroeconômica. Nós tiramos o problema de restrição externa que tínhamos”.

Ela pondera, no entanto, que o Brasil ainda tem uma fragilidade fiscal e que o debate sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de longo prazo, além de inconcluso, está ofuscado pelo excesso de estímulos lançados desde a pandemia, que agora estão sendo gradualmente retirados. “Não podemos negligenciar isso.”

O Santander Brasil projeta desaceleração do crescimento do PIB em 2024, para 1,0%, devido aos efeitos da política monetária contracionista sobre a atividade econômica. “O que vejo pra ano que vem é mais um fator cíclico. Ficamos mais de um ano com uma instância contracionista de política monetária visando controle da inflação”, afirma a economista.

Vescovi diz que os juros contracionistas devem perdurar ainda por algum tempo, apesar do início da queda do juros. “Nós ainda estamos no caminho de uma desinflação importante, de trazer a inflação para a meta, mas ainda não estamos convergindo para os 3,0%, que são o centro da meta de inflação”.

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Ela destaca que os dados do primeiro trimestre de 2023 já mostram uma queda da demanda e da absorção doméstica, em uma análise excluindo os fatores exógenos ao ciclo, principalmente a supersafra, da surpresa de 1,9% de crescimento do PIB. “O que esperamos, ciclicamente falando, é que a instância contracionista chegue à atividade, e ainda tem os efeitos do carregamento estatístico.”

Ana Paula Vescovi, diretora de macroeconomia do Santander Brasil

As declarações foram dadas em um evento da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em São Paulo, na quinta-feira (17).

Defesa da meta de inflação

A ex-secretária do Tesouro Nacional reiterou que foi correta a decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional) de manter a meta de inflação em 3,0% ao ano e defendeu que a magnitude do alvo não é uma questão de meta apropriada, mas sim uma questão de escolha: “Qual é o nível de inflação que queremos ter enquanto país?”.

Para a economista, a meta é “boa para a sociedade” e “convergente com nossos pares” e não é correto o pensamento de que o Brasil precisa ter uma inflação maior. “Isso historicamente trouxe um nível de desigualdade impressionante para o país, que é uma grande desvantagem competitiva que nós temos. sem dizer a questão de coesão e justiça social”.

Reformas ampliarão crédito

A ex-secretária do Tesouro Nacional também afirmou que há espaço para o aprofundamento do crédito ampliado no Brasil, mas esse movimento depende de reformas. “Depende de colocar todos esses fundos direcionados e recursos direcionados mais à disposição de uma disputa saudável dentro do setor bancário financeiro e do mercado de capitais”.

Ela destacou o efeito de dois fatores na relação entre juros e crédito no longo prazo: a Taxa de Longo Prazo (TLP), “que tirou parte dos subsídios cruzados de dentro do sistema de crédito”, e a expectativa do controle de gastos públicos. “Vimos o enfrentamento de uma melhor alocação de recursos públicos na sociedade e acho que isso ajudou a baixar o custo de financiamento do Tesouro de forma estrutural. Foi um fator para o aumento do crédito no Brasil”.

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