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BRF (BRFS3) vê custo do frete marítimo a níveis próximos ao pré-pandemia
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CEOs do agronegócio sinalizam demanda chinesa firme para 2023
1 de fevereiro de 2023
Published by on 1 de fevereiro de 2023
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Executivos do agronegócio defenderam, nesta quarta-feira (1), que o setor tome o protagonismo no debate da sustentabilidade e da preservação do meio ambiente, em um contexto que o Brasil sofre muitas críticas por um suposto afrouxamento de sua política ambiental nos últimos anos.

Para Gilberto Tomazoni, CEO da JBS (JBSS3), é necessário que o país adote uma postura firme para acabar com o desmatamento. “É urgente que se acabe com o desmatamento ilegal”, reforçou Tomazoni, durante o XP Agro Conference, em São Paulo.

Vale destacar que os frigoríficos são parte importante no processo, uma vez que ONGs e Ministério Público Federal (MPF) apontam que existe risco de desmatamento ilegal na cadeia de fornecimento de carne, especialmente entre os chamados “fornecedores indiretos”, que são fazendas suspeitas que triangulam a venda de seus animais com pecuaristas “ficha limpa”.

Neste sentido, JBS e suas concorrentes, já se comprometeram a mapear todos os seus fornecedores indiretos até 2025, criando uma espécie de “cadastro positivo da pecuária”, a fim de saber quais fornecedores estão em dia com a lei ambiental.

Mesma visão foi partilhada por André Guillaumon, CEO da Brasilagro (AGRO3), e Fábio Venturelli, CEO da São Martinho (SMTO3), que destacaram a necessidade de se apoiar o pequeno e médio produtor rural, que são os que mais precisam de investimentos para se adequar à nova realidade.

Vale lembrar que existe uma diferença entre “desmatamento ilegal”, defendido por produtores rurais, e o “desmatamento zero”. Esse tema gera um embate entre ambientalistas e agronegócio.

O desmatamento considerado ilegal é aquele em desacordo com o Código Florestal, que permite a derrubada de florestas em um certo percentual, a depender do bioma. Já o desmatamento zero, defendido pelos setores ambientais, pressupõe que nem o desflorestamento autorizado pela lei seja feito.

Diálogo com UE

O CEO da JBS também alertou para que o governo se mobilize para evitar protecionismo da União Europeia em relação ao agronegócio brasileiro. “A pauta do desmatamento cria uma cortina de fumaça sobre nosso protagonismo na produção agropecuária”, reconheceu.

Neste sentido, Gilberto Tomazoni reforça a necessidade de uma união do setor junto ao governo federal para evitar que a narrativa de que o agronegócio brasileiro não é sustentável e inviabilize negócios com o bloco europeu.

“O agro brasileiro tem que se mobilizar junto ao governo, não podemos permitir que a lei em discussão na União Europeia [de restringir fornecedores ligados ao desmatamento] crie um protecionismo contra nós. Temos que agir”, concluiu o executivo.

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