• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Minha Casa, Minha Vida é esperança para reduzir tragédias como a do litoral de SP?
20 de fevereiro de 2023
Contribuintes PcDs vão à Justiça para reaver a isenção de IPVA após alta de preços
21 de fevereiro de 2023
Published by on 20 de fevereiro de 2023
Categories
  • Sem categoria
Tags

A onda de recuperação judicial esperada para 2020, por causa das restrições da pandemia da Covid-19, chegou com quase três anos de atraso. As empresas brasileiras estão sofrendo com o fim de programas governamentais, o vencimento de dívidas renegociadas no passado com bancos, juros altos (a Selic está em 13,75%, o maior patamar desde 2017), inflação persistente e consumo fraco.

Em meio a esse cenário, companhias estão recorrendo à Justiça para ganhar tempo, arrumar a casa e preservar o negócio. O volume de recuperações judiciais requeridas em janeiro foi o maior para o mês em três anos, segundo dados da Serasa Experian, e a perspectiva é que haja um boom de pedidos de recuperação e de falências até abril, dizem consultorias.

Pesos-pesados do mercado e empresas tradicionais deram mostras de esgotamento financeiro. A Oi, que saiu da recuperação judicial em dezembro, fez um pedido de tutela judicial que indica uma segunda recuperação (para honrar as dívidas da primeira). Dona da Ortopé, a DOK Calçados entrou com pedido de proteção judicial contra seus credores.

Já a Pan, de chocolates, e a Livraria Cultura não resistiram e foram à falência (no caso da Cultura, a medida foi revertida por liminar na semana passada). A Americanas entrou com pedido de recuperação judicial, em um caso particular de problemas nos seus balanços, e a Marisa, do setor de vestuário, optou por reescalonar a dívida de R$ 600 milhões fora do âmbito judicial.

Leia também

Saldão?O que a Americanas (AMER3) pode vender na recuperação judicial para sair da crise

Segundo os dados da Serasa Experian, 92 companhias pediram ajuda da Justiça para adiar o pagamento de dívidas em janeiro, uma alta de 37,3% ante o mesmo mês de 2022 e de quase 90% ante 2021. Além do grande volume de pedidos, chama a atenção o aumento da fatia de companhias de grande porte que solicitaram proteção neste começo de ano.

Apesar de as micro e as pequenas serem a maioria dos pedidos (dois terços), 15 companhias de grande porte recorreram à proteção jurídica — quase o triplo do ano anterior. “Quando vemos as grandes empresas tendo problemas, está feia a coisa”, diz Luiz Rabi, economista da Serasa Experian e responsável pelo levantamento.

Recorde de inadimplentes

Os sinais de estrangulamento financeiro das empresas começaram a surgir no fim de 2022. O ano terminou com 6,4 milhões de companhias inadimplentes, um recorde desde que a Serasa iniciou o levantamento, em março de 2016.

Rabi diz que a inadimplência de empresas e consumidores começou no fim de 2021, quando a inflação anual ultrapassou os 10% e que, desde então, os números só aumentaram. “Uma inadimplência (pessoa física) puxa outra (pessoa jurídica)”.

 

The post Empresas sofrem maior onda de recuperações judiciais desde a pandemia appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

4 de fevereiro de 2026

Calendário Gás do Povo fevereiro 2026: botijão passa a ser gratuito e governo amplia acesso ao gás de cozinha


Read more
4 de fevereiro de 2026

Calendário do Pé-de-Meia fevereiro 2026: veja quando o governo paga os incentivos do ensino médio


Read more
4 de fevereiro de 2026

Por que o mercado projeta inflação abaixo de 4% em 2026? Veja 4 alívios e 4 alertas


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress