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Published by on 12 de novembro de 2025
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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçou que a autoridade monetária continua perseguindo a meta de inflação de 3% e que as comunicações não significam os próximos passos do BC.

“Nestes 11 meses do ano, não houve nenhum mês em que estivemos dentro da meta. E, se olharmos as projeções, todas apontam que permaneceremos, no mínimo, dois terços do meu mandato sem cumpri-la. Está bem claro o motivo pelo qual mantemos a taxa de juros em um patamar restritivo”, disse Galípolo em coletiva nesta quarta-feira (12).

Segundo ele, é natural que exista debate no mercado sobre os próximos passos da política monetária, mas deixou um recado para quem busca pistas nas comunicações do BC: “Nossas comunicações e ações se baseiam em fatos e em dados. Portanto, se alguém entendeu que alguma declaração nossa foi um sinal sobre o que o BC pode vir a fazer no futuro, entendeu errado”.

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Galípolo destacou ainda que o comunicado e a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) têm apenas o objetivo de informar como os dirigentes estão interpretando a economia em um momento de incerteza.

“Todo mundo pode questionar o Banco Central, mas o Banco Central não pode brigar com os dados […]. Nosso objetivo é claro: a meta é 3%, e o BC vai persegui-la”.

Sobre o comentário do ministro Fernando Haddad, que afirmou que teria reduzido a Selic se estivesse à frente do BC, Galípolo afirmou que mantém proximidade com o ministro, que é um grande amigo, e reconheceu seu direito de emitir opiniões.

“Mas, no final do dia, recebemos um comando legal do Conselho Monetário Nacional (CMN) para perseguir a meta de 3%”, completou.

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