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Published by on 6 de outubro de 2025
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A Academia Sueca anunciou os primeiros laureados do ano: o Prêmio Nobel de Medicina de 2025 foi concedido aos norte-americanos Mary E. Brunkow e Fred Ramsdell, além do japonês Shimon Sakaguchi, por suas descobertas sobre tolerância imunológica periférica — o mecanismo que impede o corpo humano de atacar a si mesmo.

Medalhas, aplausos e um cheque milionário a dividir entre os três.

Mas a história dos Nobel também é feita de ausências notáveis. Entre 1915 e 1938, um nome lendário foi indicado inúmeras vezes sem jamais ser premiado: Sigmund Freud.

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O gênio fora do pódio

Considerado o pai da psicanálise, Freud revolucionou o entendimento da mente humana e transformou a forma como pensamos o inconsciente. Ainda assim, a Academia jamais o considerou digno do prêmio.

Enquanto o austríaco colecionava indicações, outros cientistas subiam ao palco em Estocolmo. Em 1930, Karl Landsteiner recebeu o Nobel por descobrir os grupos sanguíneos. Em 1936, Otto Loewi foi agraciado por identificar a acetilcolina e o mecanismo químico da transmissão nervosa — pesquisas experimentais, tangíveis e mensuráveis, que se encaixavam melhor nos critérios da época.

A psicanálise, vista como uma disciplina sem comprovação laboratorial e com forte teor filosófico, era considerada deslocada diante dos avanços concretos da biomedicina.

Filosofia demais, ciência de menos

Registros mostram que, em 1929, o comitê Nobel consultou especialistas sobre Freud. O parecer foi categórico: suas ideias eram influentes, mas não apresentavam valor científico comprovado.

Resultado? A cada nova indicação, o veredito se repetia — pensador brilhante, porém sem o rigor experimental necessário para justificar um Nobel.

Um legado maior que o prêmio

Freud nunca subiu ao palco de Estocolmo, mas sua obra percorreu o caminho inverso: saiu dos consultórios vienenses e entrou para o imaginário coletivo.

Suas teorias moldaram gerações de pensadores como Lacan, Jung, Adler, Melanie Klein e Wilhelm Reich, e extrapolaram o campo clínico, influenciando a literatura, a arte, a publicidade e até o modo como descrevemos nossos desejos e traumas.

Hoje, a ausência de Freud entre os laureados é lembrada como uma das maiores injustiças simbólicas da ciência moderna — não porque a Academia estivesse errada em exigir provas, mas porque o impacto do inconsciente freudiano provou ser muito maior do que qualquer evidência de laboratório.

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