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Aumento na proporção das emendas precisa ser corrigido, diz líder do governo
30 de outubro de 2024
Supremo ainda não está discutindo valor das emendas, diz Flávio Dino
30 de outubro de 2024
Published by on 30 de outubro de 2024
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O saldo das operações de crédito do sistema financeiro cresceu 1,2% em setembro, na comparação com agosto, informou o Banco Central nesta quarta-feira, 30. O estoque atingiu R$ 6,180 trilhões, uma alta de 9,9% no acumulado dos últimos 12 meses.

O saldo para pessoas físicas avançou 1,0% na margem e o de empresas subiu 1,6% na passagem de agosto para setembro.

O estoque de crédito livre aumentou 1,4%, enquanto o do crédito direcionado, com recursos do BNDES e poupança, cresceu 1,0%. Entre os recursos livres, o saldo para pessoas físicas avançou 0,7% e o estoque para as empresas subiu 2,4%.

O total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) passou de 53,9% (dado revisado) para 54,2% entre agosto e setembro.

Inadimplência

A taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com bancos permaneceu em 4,5% em setembro, o mesmo nível de agosto, informou o Banco Central. A taxa para pessoas físicas também ficou estável, em 5,6%, enquanto a de empresas oscilou para baixo, de 3,0% para 2,9%.

A inadimplência do crédito direcionado, com recursos da poupança e do BNDES, se manteve em 1,5%. Considerando o crédito total, que inclui o livre e o direcionado, a taxa permaneceu em 3,2%.

Endividamento das famílias resiste

O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro passou de 47,8% em julho (dado revisado) para 47,9% em agosto, informou o Banco Central nesta quarta-feira, 30. O recorde histórico foi atingido em julho de 2022, com 49,9%. Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento passou de 30,0% em julho para 29,9% em agosto.

O programa Desenrola, encerrado em maio, promoveu a renegociação de R$ 53,07 bilhões em dívidas, ou 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o Ministério da Fazenda, ele levou a uma queda de 8,7% na inadimplência da população de baixa renda, público prioritário do programa.

Das 15,06 milhões de pessoas atendidas, 5 milhões eram desse grupo e negociaram, somados, R$ 25,43 bilhões em débitos.

O comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) aumentou de 26,4% em julho (revisado) para 26,8% em agosto. Sem contar os empréstimos imobiliários, ele variou de 24,3% (revisado) para 24,7% no período.

Juros e custo do crédito

A taxa média de juros no crédito livre passou de 39,8% ao ano em agosto para 39,9% em setembro, informou o Banco Central. Em setembro de 2023, a taxa era de 43,3%.

O juro médio do crédito livre para pessoas físicas subiu de 51,9% em agosto para 52,4% em setembro. Para empresas, a taxa recuou de 21,0% (dado revisado) para 20,7%.

A taxa do cheque especial subiu de 132,9% (dado revisado) para 137,1% no período. A do crédito pessoal ficou estável em 42,1%.

Os bancos brasileiros oferecem parcelamento de dívidas no cheque especial desde 2018, válida para débitos maiores que R$ 200. Em 2020, o BC passou a limitar os juros do cheque especial a 8% ao mês, ou 151,82% ao ano.

O juro médio no crédito para aquisição de veículos passou de 25,7% em agosto (dado revisado) para 25,5% em setembro.

A taxa média no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), passou de 27,7% para 27,6% no período. Em setembro de 2023, ela estava em 30,2%.

O Indicador de Custo de Crédito (ICC) também ficou estável em 21,8% de agosto para esta leitura. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.

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