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Acordo do Mercosul com bloco europeu elimina imposto sobre chocolate suíço
2 de julho de 2025
‘Dívida pública do Brasil está entre as mais preocupantes do mundo’, alerta ex-diretor do BC
2 de julho de 2025
Published by on 2 de julho de 2025
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A indústria de produtos isentos no Brasil, que antes era pequena, cresceu a ponto de comprometer a eficiência do mercado financeiro. A avaliação é de Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central (BC) e sócio da Panamby Capital.

Durante o evento Onde Investir no 2º Semestre de 2025, promovido pelo Seu Dinheiro com apoio do Money Times, Grazie defendeu que a medida provisória (MP) que propõe taxar esses ativos é necessária e razoável para corrigir distorções tributárias no longo prazo.

“A arbitragem entre produtos que pagam imposto e outros que são isentos cria um ambiente desigual, que precisa ser ajustado. Ao longo do tempo, se um ativo é taxado e outro não, tenho a impressão de que um deles vai desaparecer. Essa equação não fecha”, afirmou.

Decisões equivocadas de alocação

Na visão do ex-diretor do BC, os títulos com isenção acabam atraindo o investidor apenas pela vantagem tributária, o que pode levar a decisões equivocadas de alocação.

“A gente precisa parar de crescer nessa direção de isenções como forma de subsídios. A isenção atrapalha a boa alocação”, disse.

Apesar de afirmar que não gosta de aumento de carga tributária — e criticar o fato de o Governo Federal ter optado por tributar, em vez de cortar gastos —, Grazie reconheceu que a MP toca em um ponto estrutural importante.

“Eu não gosto de aumento na carga tributária, mas eu gostei da medida provisória. Acho uma discussão complicada, mas razoável. O ideal seria trabalhar nela com calma, ao longo do tempo, pensando em como tornar a alocação de capital mais eficiente para o Brasil no longo prazo”, avaliou.

LEIA TAMBÉM: Confira as recomendações de investimento das principais corretoras e plataformas de criptomoedas, disponibilizadas gratuitamente pelo Crypto Times, editoria de criptomoedas do Money Times

Também presente no evento, Mariana Dreux, gerente de portfólio do Itaú Asset, afirmou que a discussão sobre o fim das isenções é válida, mas ponderou que o cenário fiscal exigirá medidas mais severas nos próximos anos.

“Acho que o debate é bom e necessário, mas vamos precisar avançar nas reformas e desvincular gastos para tentar reverter o quadro atual. Essa sim será uma discussão mais dura”, disse.

Aumento do IOF foi uma ‘lambança’

Se, por um lado, Reinaldo Le Grazie apoiou a proposta de taxar os títulos isentos, por outro, não poupou críticas ao decreto presidencial que aumentou as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras.

O ex-diretor do BC classificou a medida como uma “lambança” e afirmou que ela deveria ser “descartada”.

Para ele, o aumento do IOF é ineficiente e confuso, não ataca os reais problemas fiscais do país e tampouco contribui para melhorar a alocação de capital — ao contrário da taxação dos isentos, que considera uma mudança estrutural.

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