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Receita dispensa bancos de recolherem IOF retroativo, mas indica que poderá cobrar contribuintes
17 de julho de 2025
Receita diz que não haverá obrigatoriedade na cobrança retroativa do IOF
17 de julho de 2025
Published by on 17 de julho de 2025
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O ex-presidente do Banco do Brics, Marcos Troyjo, destacou o fortalecimento estrutural da economia americana e defendeu que o investidor brasileiro precisa olhar para os Estados Unidos não apenas como oportunidade — mas como necessidade.

“O fato é que diversificar, ter uma atenção prioritária ao mercado norte-americano, seja do ponto de vista exportador ou do ponto de vista de portfólio, mais do que uma opção, é um imperativo da realidade”, afirmou durante o Avenue Connection, evento realizado nesta quinta-feira (17) em São Paulo.

“Na diversificação de portfólio, não é somente renda fixa ou variável. Você também tem uma diversificação de produtos e geográfica”, destacou.

Supremo Tribunal Federal (STF) aprova aumento do IOF; veja como ficam seus investimentos no Giro do Mercado de hoje:

EUA: ‘Bomba de sucção de liquidez’

Segundo ele, os Estados Unidos atravessam um ciclo de crescimento e fortalecimento da liderança global, com perspectiva de continuidade.

“Você tem uma economia de US$ 30 trilhões, com carga tributária em queda, melhoria nos processos de desburocratização e desregulamentação. É natural que, nos próximos anos, se transformem numa grande bomba de sucção de liquidez”, avaliou.

Troyjo apontou que, entre 2010 e 2011, a economia americana era seis vezes maior que a do Brasil. Hoje, essa diferença chega a 12 vezes.

Ele também relembrou que, em 2008, quando o Lehman Brothers quebrou, a renda per capita nos EUA era de 10 a 15 vezes maior que a da zona do euro – atualmente, é o dobro.

“Hoje temos três empresas norte-americanas – Nvidia, Apple e Microsoft – que, individualmente, possuem valor de mercado superior ao de toda a Bolsa de Frankfurt”, destacou.

O ex-presidente do Banco do Brics também ressaltou que a China, que de 2001 a 2019 teve uma trajetória íngreme de crescimento, agora voltou a se distanciar dos Estados Unidos.

“Apesar de a economia chinesa ter ultrapassado a americana em termos de paridade de poder de compra, a distância entre os dois países voltou a crescer nos últimos cinco anos quando se olha o PIB nominal.”

O dólar está fraco?

Ao comentar sobre o dólar, Troyjo foi enfático ao dizer que a moeda norte-americana deve continuar exercendo protagonismo global.

“A presença do dólar em contratos é enorme, com cerca de 90% do comércio internacional. Cerca de 75% das reservas dos bancos centrais do mundo também continuam alocadas na moeda americana”, ressaltou.

Quando questionado sobre a fragilidade da divisa americana, Troyjo mostrou ceticismo quanto a alternativas, principalmente em relação aos criptoativos.

“Você tem que substituir alguma coisa por outro coisa, e que outra coisa seria essa? Com relação a criptomoedas, acho muito difícil você ter como referência algo que bancos centrais não podem controlar.”

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