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Published by on 3 de novembro de 2022
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Tanto o Federal Reserve (Fed) ontem (2) como o Banco da Inglaterra (BoE) nesta quinta-feira (3) anunciaram uma alta de 0,75 ponto porcentual em suas taxas básicas de juros, conforme o esperado pelo mercado e alinhados à estratégia de baixar tanto a inflação como as expectativas da alta de preços dos próximos meses. Mas a comunicação dos dois bancos centrais não poderia ser mais diferente: o americano foi mais duro e o britânico mais suave.

Quando o Fed anunciou sua decisão na quarta-feira, o comunicado entregou o recado esperado que o ritmo de elevações futuras levará em conta “o aperto acumulado da política monetária” e as defasagens com que a política monetária afeta a atividade econômica”. O entendimento do mercado inicial foi de que a taxa subiria menos na reunião de dezembro e que o final do ciclo poderia estar mais próximo. Assim, S&P 500 chegou a subir 1% nos minutos seguintes ao anúncio.

Mas na coletiva do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, foi dito que a taxa terminal (a que vai encerrar o ciclo) deverá ser mais alta do a própria autoridade monetária projetava também que a estimada pelo mercado. Com isso, o índice recuou e fechou em -2,50%.

Na decisão do BoE hoje, o comentário foi justamente o contrário. “Novos aumentos podem ser necessários para um retorno sustentável da inflação à meta, ainda que para um pico menor do que o precificado nos mercados financeiros”, comunicou o Banco da Inglaterra.

Francisco Nobre, economista da XP, destacou hoje em relatório que os mercados estão atualmente precificando as taxas de juros terminais nos país em cerca de 5,25% no próximo ano. Mas ele alertou que talvez o BoE possa parar mais cedo, uma vez que muitos membros do MPC (o comitê de política monetária) acreditam que as taxas de juros nesse nível forçariam a economia do Reino Unido a uma recessão mais profunda e mais longa do que o necessário para trazer a inflação de volta à meta de 2%.

“O BoE vê uma recessão de dois anos se as taxas seguirem a curva de mercado. Acreditamos que este comentário foi fundamental, pois implica que o BoE seguirá um caminho divergente do Fed daqui para frente, e que as taxas provavelmente atingirão um pico abaixo do implícito pelos mercados”, previu Nobre.

Setor imobiliário é o motivo

Para Roberto Motta, estrategista macro da Genial Investimentos, a explicação para o BoE ser mais “dovish” em sua comunicação que seu correspondente americano é a configuração do mercado imobiliário local.

A explicação é que, no Reino Unido, assim como na Austrália, Canadá e mesmo na União Europeia, cujos bancos centrais também aliviaram os aviso nas últimas semanas, as taxas das hipotecas são flutuantes. “Deu paulada nos juros, vai bater na hipoteca, vai bater na inflação, diminuir a renda disponível do cidadãos desses países e vai aumentar a possibilidade de recessão”, afirmou.

Nos Estados Unidos, ao contrário, mais de 90% dos contratos de hipotecas têm taxa pré-fixada, por isso a margem de manobra é muito maior, lembrou Motta. “A puxada de juros do fed não vai bater em quem tem hipoteca contratada. Vai inviabilizar a contratação de novas hipotecas, que vem despencando”, comparou.

The post Fed e BoE tomam decisões similares, mas adotam comunicados divergentes sobre ciclo de juros appeared first on InfoMoney.

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