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EUA não vão abandonar tarifas contra a China a menos que país dê algo em troca, diz Trump
25 de abril de 2025
Soja cai em Chicago com posicionamento de traders, enquanto China nega negociações tarifárias
25 de abril de 2025
Published by on 25 de abril de 2025
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Após a divulgação do IPCA-15 de abril, a prévia da inflação brasileira, o banco Inter manteve a sua projeção de alta de meio ponto percentual na taxa Selic na próxima reunião do Copom, marcada para os dias 6 e 7 de maio. Para a economista-chefe da instituição, Rafaela Vitória, o comitê deve encerrar aí o ciclo de aperto monetário.

“Com o atual patamar de juros extremamente elevado e o cenário de desaceleração global, acompanhada das primeiras revisões baixistas das expectativas de inflação, o Copom poderia inclusive encerrar o ciclo sem nova alta”, destaca a profissional.

No entanto, Vitória acredita que a equipe do Banco Central deve seguir a sugestão de seu último guidance e efetuar um último ajuste na taxa – “de menor magnitude”, como antecipado pelo Comitê na mais recente decisão.

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Para o banco, o possível fim do ciclo se dá em um momento em que o custo da política monetária está mais elevado, com o nível de desconfiança ainda alto, seguindo as diversas críticas do governo ao Banco Central e sugestões de interferência.

“A defasagem da política monetária deve atuar mais fortemente no segundo semestre e novas altas para além do nível atual se tornam contraproducentes, com o custo da dívida em elevação, ampliando o risco fiscal”, destacam.

A Selic, no entanto, deve ser mantida no patamar de 14,75% até, pelo menos, a reunião de dezembro, quando estimam que o início dos cortes deve começar.

Para a inflação, o Inter também manteve a projeção em 5,4% em 2025 e avalia que o pico da inflação acumulada em 12 meses deve ser em agosto, com 5,9%.

“O processo de desinflação pode ser mais célere caso o governo tenha maior disciplina na execução fiscal ao longo dos próximos meses, reduzindo os estímulos à demanda, aplicando as medidas aprovadas de contenção do crescimento de gastos, e anunciando contingenciamento e bloqueio de despesas para o cumprimento do centro da meta de resultado primário para o ano”.

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A economista alerta, porém, para a possibilidade de novos estímulos que podem manter a inflação em alta, pressionar o câmbio e resultar em um prolongamento do aperto monetário.

Além dessas projeções, o Inter também manteve a expectativa de crescimento em 1,5% do PIB para 2025.

Incerteza com tarifas pode adiar cortes de juros nos EUA

O anúncio de novas tarifas no início de abril aumentou a incerteza na economia global, com forte impacto nas expectativas dos consumidores e na política monetária dos Estados Unidos, segundo análise do Inter.

A instabilidade gerada pelas medidas comerciais, especialmente diante do recuo temporário de 90 dias anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e a escalada nas tensões com a China, trouxeram “sensação de paralisia” aos agentes econômicos.

O cenário atual torna difícil para o Federal Reserve decidir sobre os próximos passos da taxa de juros. De um lado, as tarifas podem frear o crescimento e justificar cortes nos juros. De outro, também podem pressionar a inflação, o que impediria qualquer flexibilização no curto prazo. Essa ambiguidade, somada às críticas públicas de Trump ao presidente do Fed, contribui para um ambiente de cautela e limita a atuação da autoridade monetária.

Para o banco, o Fed só deve retomar os cortes de juros quando houver sinais claros de desaceleração da economia sem efeitos inflacionários relevantes, que na visão deles só deve ocorrer a partir de junho. Com isso, a expectativa é que os cortes comecem em setembro, com até três reduções até o fim do ano, levando os juros para a faixa de 3,00% a 3,25%.

Enquanto isso, os dados econômicos ainda mostram força, mas refletem um período anterior às tarifas. O mercado de trabalho segue aquecido e a inflação de março recuou. Esses indicadores, segundo a economista, mostram o que poderia ser um cenário mais favorável à queda dos juros, caso não houvesse a atual incerteza tarifária.

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