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Fomc deve elevar juros na 4ª feira e apontar que futuras decisões dependerão dos dados, dizem analistas
25 de julho de 2023
FMI recomenda que BCs trabalhem para evitar relaxamento prematuro da política monetária
25 de julho de 2023
Published by on 25 de julho de 2023
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Em meio ao arrefecimento das tensões bancárias, o Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a previsão para o crescimento econômico do planeta este ano, conforme atualização do relatório de Perspectivas da Economia Mundial, divulgada nesta terça-feira (25). A instituição, no entanto, alerta para “desafios persistentes” no cenário, diante do compromisso de bancos centrais na luta contra a inflação.

O FMI elevou a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2023, de 2,8% a 3,0%, o que ainda representaria uma desaceleração após o avanço de 3,5% em 2022. Para 2024, a estimativa se manteve igual à do relatório de março, também em 3,0%.

O documento diz que os países desenvolvidos devem conduzir a desaceleração mundial, e o PIB das economias avançadas deve crescer 1,5% neste ano, contra 2,7% do ano passado. O valor também foi revisado para cima: em abril, o FMI esperava que o crescimento fosse de 1,3%. Para 2024, a projeção de alta no PIB também foi mantida, a 1,4%.

Já os países emergentes e em desenvolvimento devem crescer acima da média, diz o relatório. O FMI revisou para cima o crescimento em 2023 em 0,1 ponto porcentual e projeta alta de 4% no PIB destes países, mesmo valor apresentado em 2022. Para 2024, porém, a previsão foi revisada para baixo em 10 pontos-base e agora o Fundo espera crescimento de 4,1%.

Segundo o fundo, a “resiliência” no crescimento de curto prazo se dá à queda nos preços de energia e alimentos após a guerra na Ucrânia, e à “ação enérgica das autoridades” para conter a instabilidade bancária que abalou o mercado em março com as quebras dos bancos Silicon Valley Bank, nos EUA, e Credit Suisse, na Suíça.

Porém, o FMI avalia que o aperto monetário pelos bancos centrais tem feito a atividade global perder força, com desaceleração no crescimento do crédito ao setor não financeiro. Enquanto isso, o núcleo da inflação tem se mostrado resistente no mundo, com destaque para os países desenvolvidos, e a inflação de preços tem subido a níveis mais acentuados que a inflação de salários, pontua o Fundo.

China

A expectativa de que a China crescerá 5,3% em 2023 foi mantida, mas o Fundo reduziu levemente a projeção para o próximo ano, de 5,1% para 5,0%.

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Para os mercados emergentes em geral, o fundo espera agora crescimento de 4,0% neste ano (alta de 0,1 ponto ante a projeção de abril) e de 4,1% em 2024 (corte de 0,1 ponto na mesma comparação). Mas alerta que a média estável “mascara divergências”, com 61% das economias nesse grupo crescendo mais em 2023, enquanto as demais, entre elas países de renda baixa, crescendo mais lentamente.

O FMI advertiu que a recuperação chinesa pode desacelerar, “em parte como resultado de problemas não resolvidos no setor imobiliário, com repercussões negativas para além de suas fronteiras”. O Fundo vê a demanda chinesa “mais fraca que o esperado”, na retomada do país após as medidas contra a covid-19.

Após um impulso inicial, a recuperação chinesa perde força, nota, com o setor imobiliário pesando nos investimentos e também demanda fraca do exterior, enquanto a taxa de desemprego entre os jovens no país está em nível alto, de 20,8% em maio de 2023, menciona o fundo.

Ao contrário de boa parte do mundo, a inflação não se apresenta como um problema para a China. O FMI recorda que inclusive o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) cortou juros recentemente. Ao mencionar potenciais “riscos de alta” para a economia global, o FMI diz que um deles seria que houvesse mais estímulos que o esperado na China, com repercussões positivas para a economia global.

Argentina

A projeção para o PIB da Argentina em 2023 foi revisada para baixo e o FMI passou a prever recessão no país, que enfrenta grave crise. O organismo espera que a economia doméstica encolha 3% neste ano, revertendo projeção de alta de 0,2%.

“A Argentina está enfrentando uma situação muito difícil, especialmente agravada pela seca e que tem afetado o setor de agricultura no último ano”, disse o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas, em coletiva de imprensa.

A vice-diretora do Departamento de Pesquisas do FMI, Petya Koeva Brooks, disse que o impacto da seca na agricultura argentina é responsável pela revisão do PIB local neste ano, mas o segmento também dará o impulso para a recuperação econômica em 2024. O fundo vê a Argentina crescendo 3% no próximo ano.

Sobre preços, o FMI está projetando uma inflação de 120% no país no fim de 2023, considerando a implementação de políticas macroeconômicas que foram acordadas recentemente, segundo Brooks. “Então, novamente, isso requer alguma moderação nas taxas de inflação para atingir este 120%”, explicou.

The post FMI eleva previsão para alta do PIB global este ano para 3%, mas vê ‘desafios persistentes’ appeared first on InfoMoney.

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