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Published by on 22 de setembro de 2025
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O Fundo de Estabilização Cambial (FSE, na sigla em inglês) do Tesouro dos EUA, que deverá ser usado para apoiar a Argentina em seu atual sufoco cambial – conforme antecipado pelo próprio secretário Scott Bessent — já serviu para socorrer o Brasil em várias ocasiões. A última foi na virada de 1998 para 1999, quando o país enfrentou uma forte desvalorização do Real, numa crise que culminou com o fim do regime de bandas e a adoção do câmbio flutuante.

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O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), sofreu os efeitos da crise de confiança de emergentes quando a Rússia entrou em default, em setembro de 1998. Só naquele mês, o país perdeu US$ 22,2 bilhões em reservas. Foi lançado um grande plano de estabilidade fiscal e o governo brasileiro procurou o FMI para um pacote de ajuda de 36 meses, no valor de US$ 41,5 bilhões.

Nessa negociação, os EUA entraram com uma garantia de US$ 5 bilhões por meio desse fundo de estabilidade do Tesouro, numa operação que sofreu críticas porque havia dúvidas sobre a capacidade do FSE de fazer empréstimos estrangeiros sem a aprovação do Congresso.

Na época, o presidente Bill Clinton escreveu uma carta destacando que “um Brasil forte é do interesse dos Estados Unidos e o presidente Cardoso lançou um programa sólido para atacar os problemas fiscais e comprometeu-se a executá-lo prontamente”. “Um Brasil forte torna os EUA mais fortes”, concluiu – uma mensagem muito similar aos elogios da política fiscal da Argentina que Bessent fez hoje.

Leia também: Argentina queima US$ 1 bilhão em dois dias para conter desvalorização do peso

These options may include, but are not limited to, swap lines, direct currency purchases, and purchases of U.S. dollar-denominated government debt from Treasury’s Exchange Stabilization Fund.

Opportunities for private investment remain expansive, and Argentina will be Great…

— Treasury Secretary Scott Bessent (@SecScottBessent) September 22, 2025

O Fundo de Estabilização Cambial foi criado dentro da Lei de Reserva de Ouro, em 1934, e suas receitas vêm, em grande parte, de juros de investimentos e empréstimos, bem como ganhos líquidos obtidos em transações no mercado de câmbio. O FSE faz operações monetárias em que um ativo é trocado por outro, tais como como moedas estrangeiras para dólares e está sob o controle do Secretário do Tesouro, sujeito à aprovação do presidente dos EUA.

O Fundo entrou em acordos de crédito a partir de 1936 e já participou em mais de uma centena de acordos ou de empréstimo com governos ou bancos centrais estrangeiros. Após a Segunda Guerra Mundial, o FSE conduziu as transações monetárias de ouro do Tesouro e ampliou sua participação em crédito, especialmente com o fim do padrão-ouro, nos anos 1970..

O Fundo tem sido utilizado para financiar empréstimos de curto prazo a empresas e países em desenvolvimento. A lista tem, além de Brasil e Argentina, em diversas oportunidades no passado, nações como o México, Venezuela e Nigéria.

Segundo dados do próprio fundo, o Brasil acessou linhas de crédito do FSE em 1937, 1942, 1955 e 1961. E obteve garantias em 1982, 1988 e em dezembro de 1998, no caso citado acima.

Segundo dados oficiais, desde 1980, México, Brasil e a Argentina foram de longe os maiores tomadores de empréstimos. Após a crise do peso mexicano, em 1994, os empréstimos do FSE ao México totalizaram US$ 12 bilhões, que foram reembolsados em janeiro de 1997.

Os últimos países latino-americanos a serem socorridos em alguma operação do FSE foram o México, em 2000, e o Uruguai, em 2002.

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