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Alckmin: países ricos devem ajudar nações em desenvolvimento contra mudança climática
24 de outubro de 2024
Ao lado de Campos Neto, Haddad defende fortalecimento do arcabouço fiscal
24 de outubro de 2024
Published by on 24 de outubro de 2024
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), defendeu maior cooperação econômica global para o enfrentamento dos desafios atuais em discurso na última reunião ministerial da presidência do Brasil no G20, em Washington, nos Estados Unidos.

“‘Policrise’ é uma nova expressão que entrou no léxico econômico global nos últimos anos”, disse ele, em suas palavras iniciais.

Haddad mencionou cinco desafios, que classificou como “urgentes”. O primeiro está relacionado às mudanças nos padrões de produção e circulação e que criaram uma nova realidade econômica global. “É imperativo que o G20 continue a promover políticas capazes de apoiar um crescimento forte, sustentável, equilibrado e inclusivo em todo o mundo”, pontuou o ministro.

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Em segundo lugar, essas mesmas mudanças causaram uma concentração “sem precedentes” de renda e riqueza, com o aumento “dramático” da desigualdade em vários países. Haddad voltou a defender uma “nova e ambiciosa agenda de tributação”. “Devemos agir juntos para garantir que os super-ricos paguem sua cota justa em impostos de modo a combater a desigualdade”, afirmou.

O terceiro desafio é a mudança climática. Ele cobrou o aumento substancial do financiamento climático e ações para facilitar transições energéticas rápidas e equitativas. Como quarto desafio, Haddad citou maiores riscos de uma nova pandemia, exacerbados pela perda de biodiversidade e pelas mudanças climáticas.

“O G20 precisa, portanto, aumentar significativamente os investimentos em prevenção, preparação e resposta a pandemias, bem como investir nos ‘Objetivos do Desenvolvimento Sustentável’ relacionados à saúde”, recomendou o ministro.

O quinto desafio está relacionado à nova era de instabilidade e fragmentação política e econômica. “Juntos, precisamos continuar a avançar nas reformas de governança econômica global, atualizando e modernizando as instituições existentes e equipando-as para lidar com os desafios que acabei de mencionar”, disse Haddad.

O ministro da Fazenda defendeu que os desafios devem ser enfrentados com um sentido de pragmatismo e urgência. “O mundo espera do G20 soluções concretas e factíveis. Mas precisamos também ir além e oferecer à humanidade a perspectiva de uma vida melhor, olhando não apenas para o futuro imediato, mas para o médio e o longo prazos”, concluiu.

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