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3 de setembro de 2025
Published by on 3 de setembro de 2025
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O governo brasileiro tem demonstrado compromisso com as metas fiscais, mas elas não são suficientes para garantir a estabilização da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Essa é a avaliação de David Beker, chefe de economia no Brasil e estratégia para América Latina do Bank of America (BofA).

“Embora o governo esteja comprometido com as metas (fiscais), elas não são suficientes para levar uma estabilização da dívida/PIB”, disse em conversa com jornalistas nesta quarta-feira (3).

O economista pondera que, para estabilizar a dívida, o esforço fiscal exigido é maior do que o que está colocado atualmente.

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“O governo tem que entregar pelo menos 2% do PIB de superávit primário — diria que está mais para 3% — para conseguir estabilizar a dívida. Uma coisa é estar comprometido com as metas, e outra é a discussão de que a meta é insuficiente para fazer com que a dívida/PIB se estabilize.”

O projeto do Orçamento de 2026 enviado ao Congresso Nacional tem meta de superávit primário de 0,25% do PIB, equivalente a R$ 34,3 bilhões.

Beker lembra que um ajuste fiscal estrutural é politicamente difícil de se implementar, mas destaca que o diagnóstico é conhecido. “Tem que tornar o orçamento mais flexível”, defendeu.

Para ele, a situação do Brasil não é isolada e o país pode se diferenciar se avançar nesse campo. “O Brasil sempre teve problema fiscal (…) A novidade agora é que não estamos sozinhos. É uma oportunidade para o Brasil que, se fizermos uma lição de casa bem feita, podemos nos diferenciar e atrair mais capital.”

O economista avalia que a discussão fiscal tende a ganhar força a partir de 2027, após as eleições presidenciais, quando pode se abrir uma janela de oportunidade para ajustes estruturais.

Até lá, a incerteza permanece elevada. Segundo Beker, não há elementos suficientes para se ter convicção sobre a condução fiscal do novo governo, seja de esquerda ou de direita.

PIB em desaceleração

A atividade econômica começou o ano de 2025 forte, com crescimento de 1,4% do PIB no primeiro trimestre. No entanto, os dados já apontam desaceleração: o crescimento caiu para 0,4% no segundo trimestre e a expectativa é de que os resultados sigam mais fracos no segundo semestre.

“O PIB desse ano surpreende para cima, devido ao agronegócio forte. O nosso número era perto de 2% de crescimento, mas deve ser 2,5%. Os dados, no entanto, já estão mostrando uma desaceleração”, disse Beker.

O economista do BofA aponta que medidas recentes, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e a dedução do consignado privado, já estão no radar do mercado e não representam risco fiscal adicional.

“O risco seria se a gente eventualmente vislumbrasse mais medidas.”, avaliou.

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