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Brasil precisa de responsabilidade fiscal e social, diz secretário-executivo da Fazenda
8 de abril de 2024
Banco do Brasil faz projeções para o PIB brasileiro, com ponderações para o agro; entenda
8 de abril de 2024
Published by on 8 de abril de 2024
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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou nesta segunda-feira (8) que o governo está buscando a recomposição fiscal “a todo custo” e que a meta de déficit zero para este ano está mantida.

“Diria que do lado do resultado fiscal, não estamos deixando de dar mostras de buscar a recomposição fiscal a todo custo. Haverá sim perseguição da responsabilidade fiscal de forma incessante”, disse durante participação do Rumos 2024, do jornal Valor Econômico.

Durigan substituiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mas cancelou a sua participação após ser convocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para uma reunião na noite de domingo, que acabou sendo cancelada, para discutir a situação da Petrobras (PETR4). A reunião deve ocorrer no final desta segunda.

Sobre a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2025, que será enviada ao Congresso até o dia 15 de abril, o secretário afirmou que o texto não apresenta novidades em relação à condução da política econômica.

“O projeto colocado que visa estabilizar a nossa dívida a longo prazo vai se manter, não espere nenhuma novidade maior”, disse.

O secretário enfatizou que o ministério está atento à condução de duas agendas para permitir o crescimento sustentável do Brasil, sendo uma focada na responsabilidade fiscal e outra no fomento do desenvolvimento com responsabilidade social, defendendo que a harmonização de ambas trará benefícios para o país.

Na visão de Durigan, esse esforço fiscal e o eventual cenário macroeconômico, de desaceleração da inflação, contribui para a continuidade da redução da taxa dos juros.

“Por isso acreditamos que a trajetória de queda de juros, respeitando a autonomia do Banco Central (BC), possa continuar”, afirmou.

A taxa Selic está atualmente em 10,75% ao ano. O relatório Focus prevê que a taxa chegue ao final do ano a 9% e, para 2025, 8,5%.

O secretário ainda lembrou que neste ano o governo precisa finalizar a lei complementar que vai substituir as 27 regulações estaduais de ICMS e ISS, ainda no âmbito do prosseguimento da Reforma Tributária.

“Essa lei vai padronizar toda a tributação do consumo brasileiro. É uma oportunidade única de corrigir um dos piores sistemas tributários do mundo”, disse.

Com informações da Reuters.

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