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Published by on 1 de dezembro de 2025
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A trajetória da política monetária deve dominar o debate econômico em 2026 — e, na avaliação da Galapagos Capital, há, sim, espaço para uma queda relevante da Selic. Segundo a economista-chefe da casa Tatiana Pinheiro, o nível atual do aperto monetário é inédito em duração e já ultrapassa com folga o que seria compatível com a taxa neutra, abrindo margem para um ciclo de flexibilização no próximo ano.

“O grande ponto do ano que vem é a condição de política monetária. Isso vai ter uma influência grande no cenário econômico”, afirmou no evento Arko Talks 2025.

Pinheiro destacou que o país atravessa um período prolongado de aperto, resultado de uma defasagem significativa entre a taxa real praticada e o juro neutro estimado pelo Banco Central. “Estamos há 11 meses com 4% a mais de juros do que a taxa neutra. É o período mais longo que tivemos de aperto monetário nessa magnitude.”

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Esse contexto, segundo ela, somado aos sinais dos indicadores de curto prazo e à lógica de condução da política econômica, aponta para uma trajetória consistente de afrouxamento. “Tudo caminha para um ciclo grande de corte de juros, salvo choques.”

A economista acredita que, assim que iniciada a flexibilização, a Selic pode chegar a 10,50% — patamar que seria “mais palatável” para a economia brasileira.

Pinheiro disse, no entanto, que tal cenário depende da condução fiscal. Ela comentou sobre as incertezas, em especial o impacto potencial da isenção do Imposto de Renda sobre a demanda e o impulso fiscal.

“O mercado está muito preocupado com a isenção do Imposto de Renda no impacto na demanda, o que isso pode representar de impulso fiscal. Esse ano, realmente tivemos uma contração de impulso fiscal, mas, no ano que vem, sobra a dúvida de como vai ser e o quanto isso ajuda ou atrapalha esse espaço de cortes de juros.”

Em resposta, o secretário-executivo no Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, afirmou, no evento, que o Brasil precisa combinar o enfrentamento de desafios fiscais de curto prazo e a construção de um planejamento estrutural de longo prazo, centrado no aumento de produtividade.

O economista ressaltou que o país avançou em seu arcabouço institucional nas últimas décadas, com reformas relevantes e melhorias em política monetária, fiscal e no ambiente regulatório, o que elevou o potencial de crescimento e fortaleceu os freios e contrapesos.

Para 2026, ele avaliou que o equilíbrio das contas públicas depende também de credibilidade e expectativas.

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