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Bank of America reduz previsão de crescimento global com tarifas de Trump
21 de abril de 2025
Economia fraca pode ser risco maior que inflação, diz Goolsbee, do Fed de Chicago
21 de abril de 2025
Published by on 21 de abril de 2025
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A escalada do risco de desaceleração da atividade mundial fez com que o Itaú Unibanco apontasse viés de baixa para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025. A guerra comercial travada pelos Estados Unidos foi responsável por trazer para o radar o risco de uma recessão global.

O economista-chefe Mario Mesquita e sua equipe dizem que a guerra comercial e seu impacto sobre o crescimento mundial corrobora a expectativa de desaceleração mais clara do PIB brasileiro na segunda metade deste ano.

“A perspectiva de PIB global mais fraco, somado à desaceleração fiscal (via transferências) e aos efeitos defasados da política monetária contracionista, devem pressionar a atividade no 2º semestre”, afirmam.

Do lado fiscal, o Itaú projeta um resultado primário de -0,8% do PIB em 2025 e 2026. “Não esperamos o cumprimento do alvo de -0,6% do PIB (considerando abatimentos e o limite inferior da meta oficial de 0%).”

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Os economistas ainda avaliam que será ainda mais importante que o governo anuncie medidas de contenção de despesas, devido ao crescimento menor das receitas.

Já para a política monetária, a instituição espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) eleve a taxa de juros em 0,50 ponto percentual (p.p.) tanto em maio quanto em junho. No entanto, reconhece que o Copom pode realizar a última alta já na próxima reunião ou optar por um aperto menor em junho.

Apesar de destacarem viés de baixa para o PIB, o banco manteve a estimativa de crescimento de economia em 2,2% este ano.

Mesquita e equipe dizem que o recuo da projeção de crescimento global e dos preços das commodities foi compensado pelo efeito positivo do novo crédito consignado privado.

Além disso, no curto prazo, a economia continua mostrando resiliência. “Esperamos que o PIB do 1T25 cresça 3,1% na variação anual (1,6% de crescimento na margem), com destaque para o bom desempenho do PIB Agropecuário, mas com crescimento positivo em todos os setores”, afirmam.

Para 2026, o Itaú também manteve a projeção de 1,5% para o PIB. Os riscos estão mais equilibrados, com a perspectiva mais negativa no cenário externo sendo contrabalanceada por efeitos adicionais do novo crédito consignado privado e eventuais políticas fiscais e parafiscais contracíclicas.

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