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17 de abril de 2025
Published by on 17 de abril de 2025
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A escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China, com o aumento expressivo de tarifas, trouxe alerta para uma possível recessão global. Em relatório, o Itaú Unibanco revisou para baixo as projeções de crescimento das principais economias e apontou riscos de estagflação nos EUA, com impactos diretos nas expectativas para juros, inflação e commodities.

De acordo com o banco, o choque tarifário representa um forte impacto de oferta, que deve reduzir o crescimento e pressionar os preços nos EUA. A projeção para o PIB americano foi reduzida de 2,0% para 1,2% em 2025 e para 1,0% em 2026.

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Já o núcleo da inflação foi revisto para cima, podendo alcançar 4,5%, o que reduziria a renda real das famílias norte-americanas. Com isso, o Fed (Banco Central americano) deve limitar os cortes de juros, considerando apenas duas reduções de 25 pontos-base em 2025 e outras duas em 2026.

Para o Itaú, a autoridade monetária terá que equilibrar a desaceleração econômica com um aumento inflacionário impulsionado pelos custos.

Impactos na China e na Europa

A China, a mais penalizada pelas tarifas impostas por Donald Trump, vê seus produtos taxados em até 245%, enquanto taxa os EUA em 125%, o que, para o Itaú, inviabiliza o comércio direto entre os dois países.

Por isso, a projeção para o PIB chinês para 2025 foi reduzida de 4,5% para 4,2%, com as exportações comprometidas pelos altos custos das tarifas. Embora já existam estímulos anunciados, espera-se que novas medidas sejam adotadas pelo país apenas após sinais claros de desaceleração.

Já a Europa deverá conseguir compensar parte das perdas com estímulos fiscais, especialmente na Alemanha, diz o Itaú. O crescimento projetado para 2025 foi mantido em 0,8%, com previsão de 1,5% para 2026.

América Latina: México em recessão, mas Argentina surpreende

Na América Latina, o México é um dos países mais afetados. Mesmo inicialmente isento das novas tarifas, o PIB mexicano deve recuar 0,5% neste ano, configurando uma recessão técnica.

Já para a Argentina, o Itaú decidiu manter a projeção de crescimento em 4,5% para 2025, sustentada por um carrego estatístico forte, uma nova estrutura cambial mais flexível e apoio de organismos multilaterais.

Em contrapartida, Chile, Peru e Colômbia tiveram suas projeções levemente revisadas para baixo, impactadas pela queda nas commodities — especialmente o cobre, que representa um risco de interrupção na recuperação do investimento impulsionado pela mineração nesses países.

Petróleo em queda

O Itaú também revisou para baixo a previsão para o preço do barril de petróleo, passando de US$ 70 para US$ 65 ao final de 2025 e 2026, em razão de uma demanda mais fraca. Para os analistas, uma redução de 1% no PIB global causaria um impacto negativo de 9,5% no preço da commodity.

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