• (44) 0000 - 0000
  • contato@the7consultoria.com.br
logotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabillogotipo-the7-consultoria-empresarial-contabil
  • Home
  • Profissionais
  • Serviços
  • Notícias
✕
Trump recomenda tarifa direta de 50% da União Europeia, a partir de 1º de junho
23 de maio de 2025
Hipotecas do VA nos EUA registram aumento nas execuções após moratória
23 de maio de 2025
Published by on 23 de maio de 2025
Categories
  • Sem categoria
Tags

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (23) que a decisão do governo de rever parte da medida que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi motivada por preocupações com a interpretação do mercado.

Segundo ele, a intenção era evitar que a medida fosse vista como um freio aos investimentos ou que transmitisse uma mensagem equivocada sobre a política econômica do governo.

“Pelas informações recebidas, valia a pena fazer uma revisão desse item para evitar especulações sobre objetivos que não são próprios da Fazenda nem do governo, de inibir investimento fora. Não tinha nada a ver com isso”, disse Haddad em entrevista em São Paulo.

Leia também

Galípolo foi pego de surpresa por mudanças no IOF e é contrário ao aumento

Fazenda propôs alta do Imposto sobre Operações Financeiras para arrecadar R$ 20 bilhões neste ano

Haddad: Esclareço que nenhuma medida fiscal foi negociada com BC

Ministro contradisse o seu secretário-executivo que afirmou mais cedo que as alterações promovidas no IOF haviam sido tratadas com Gabriel Galípolo

A decisão foi tomada após reuniões com o Tesouro Nacional e a Receita Federal na noite de quinta-feira, e publicada na edição desta sexta do Diário Oficial da União. A medida original havia gerado forte reação negativa no setor financeiro, por aumentar de 1,1% para 3,5% o IOF sobre remessas ao exterior e zerar isenções para aplicações de fundos fora do país.

Com o novo decreto:

A alíquota de IOF para remessas com finalidade de investimento permanece em 1,1%;Para investimentos de fundos brasileiros no exterior, a alíquota segue zerada, revertendo o aumento para 3,5% previsto anteriormente.

Segundo Haddad, o recuo foi feito antes da abertura dos mercados para evitar distorções. “Era uma medida dura, mas entendemos que a correção era justa. Não temos problema em corrigir rota. O importante é sinalizar com clareza”, disse.

Apesar da revisão, o impacto fiscal da medida permanece relevante. O governo previa que a arrecadação com a nova alíquota ajudaria a compensar o corte de R$ 31,3 bilhões no Orçamento. Agora, com a mudança, a Fazenda estima que deixará de arrecadar cerca de R$ 2 bilhões em 2025 e R$ 4 bilhões em 2026.

Haddad não descartou a possibilidade de um novo contingenciamento de verbas ministeriais ainda este ano, para garantir o cumprimento da meta fiscal.

O ministro também agradeceu os alertas recebidos por agentes de mercado e reafirmou o compromisso da equipe econômica com o diálogo. “Recebemos uma série de ponderações que nos mostraram que a medida poderia ter um impacto não desejado. Foi isso que nos levou à revisão.”

Entenda o anúncio

Na quinta-feira, 22, a equipe econômica anunciou uma série de mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), incluindo a criação de uma alíquota de 3,5% para a aplicação de investimentos de fundos brasileiros no exterior.

Diante da repercussão fortemente negativa entre agentes do mercado financeiro, a Fazenda recuou da proposta ainda na noite de quinta, por meio de uma publicação no X. Com a decisão, permanece em vigor a alíquota zero.

A pasta também voltou atrás em mudanças que haviam sido anunciadas nas remessas destinadas a investimentos por pessoas físicas. Nesse caso, também será mantida a alíquota atual, de 1 1%.

Pessoas com conhecimento do assunto disseram ao Estadão/Broadcast que o recuo no IOF tem impacto de menos de 10% no total da arrecadação prevista com as alterações no tributo, de R$ 20,5 bilhões este ano e R$ 41 bilhões em 2026.

A reportagem também apurou que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi consultado nesta quinta pelo Palácio do Planalto sobre as medidas anunciadas, antes de o governo cravar a posição de recuar nas alterações do IOF.

Segundo fontes, a avaliação de Galípolo foi “decisiva” para o governo mudar de ideia sobre a tributação. Na noite de quinta-feira, uma reunião de emergência ocorreu para discutir o tema. Haddad não participou, porque já estava em São Paulo.

The post Haddad diz que recuo no IOF buscou evitar leitura de freio a investimentos appeared first on InfoMoney.

Share
0

Related posts

3 de fevereiro de 2026

Ministério de Portos e Aeroportos inicia roadshow para leilão do Galeão


Read more
3 de fevereiro de 2026

Fluxo de passageiros no Galeão cresce mais de 20% em 2025


Read more
3 de fevereiro de 2026

Miran, do Fed, renuncia ao cargo na Casa Branca


Read more

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2026 Betheme by Muffin group | All Rights Reserved | Powered by WordPress