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Lula, BC, juros, inflação… nova modalidade de investimentos é favorita para blindar patrimônio e gerar renda em dólar; entenda
9 de fevereiro de 2023
Analistas veem IPCA em processo de desaceleração, mas num ritmo mais lento que em 2022
9 de fevereiro de 2023
Published by on 9 de fevereiro de 2023
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Dólar em disparada (ultrapassando os R$ 5,26), Ibovespa caindo mais de 1%, juros futuros em forte alta. O fim da manhã foi de um movimento de forte aversão no mercado, com os rumores cada vez maiores de que o Conselho Monetário Nacional (CMN) – formado por Banco Central, Fazenda e Planejamento -, em reunião do próximo dia 16 de fevereiro, poderá elevar a meta de inflação. Ao InfoMoney, o BC informou que não comentará o tema.

Essa medida, se efetivada, indicaria os efeitos da forte pressão do governo (notoriamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva) sobre o Banco Central, que tem pautado o debate econômico nas últimas sessões.

Já nesta quinta, os ativos brasileiros sofreram piora expressiva no dia depois de a Bloomberg informar, citando fontes, que equipe econômica estuda antecipar uma revisão das metas de inflação do país na tentativa de acalmar as tensões entre o Banco Central e Lula. Mais cedo, coluna do Metrópoles havia afirmado que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, sinalizou a integrantes do governo que defenderá uma alteração na meta de inflação de 2023 para 3,5%, contra os atuais 3,25%.

Em nota a clientes, a Levante Investimentos disse que “parece inevitável, nesse momento, que a solução para o atual desentendimento (entre governo e BC) passe por uma leve revisão nas metas inflacionárias”. No curto prazo, haveria reação fortemente negativa dos mercados a uma revisão nos objetivos, alertou a Levante.

Nos primeiros negócios do pregão, o dólar chegou a cair 0,45%, a R$ 5,1729 na venda, o que alguns participantes do mercado atribuíram a esperanças de que, durante viagem de Lula aos Estados Unidos, as tensões institucionais no Brasil esfriassem, ainda que temporariamente, conforme o presidente focasse outros assuntos de sua agenda que não o nível da taxa Selic. Porém, o movimento foi fortemente revertido e, às 13h15 (horário de Brasília), o dólar comercial saltava 1,41%, a R$ 5,269 na compra e R$ 5,27 na venda, enquanto o Ibovespa caía 1,22%, a 108.162 pontos, após chegar a atingir os 110 mil pontos na máxima do dia.

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Segundo Bruno Komura, analista da Ouro Preto Investimentos, a reação do mercado hoje é um exemplo da reação do mercado a esse tipo de informação.

Se houver de fato uma mudança na meta de 2023 para 3,25% para 3,50%, isso não mudaria muito em relação ao fato do BC conseguir ou não ficar dentro da meta, aponta o analista.

“O problema é a sinalização que este tipo de atitude manda. Quer dizer claramente que o governo vai buscar ter uma inflação mais alta, seja tentando influenciar o BC a baixar os juros, seja através de medidas fiscais e parafiscais”, avalia.

Assim, no final, haverá uma abertura das taxas de juros, aponta. “Mesmo que o BC baixe a Selic na marra, os juros de longo prazo continuarão elevados. Isso acaba sendo muito ruim para planejar investimentos no país, tanto faz se é investidor local ou estrangeiro. Nos mercados isso vai se traduzir em dólar mais forte, juros altos (curva) e bolsa em queda”, aponta.

Em nota para investidores institucionais, o Citi aponta que, mesmo que Lula consiga elevar a meta de inflação, o mercado seguirá preocupado se haverá nomeações de diretores do BC alinhados com a visão do presidente da República, se a pressão para Roberto Campos Neto deixar o cargo continuará, se haverá uma nova elevação nas metas e se haverá alta dos gastos para impulsionar o crescimento. “Nenhum desses pontos é positivo para a moeda brasileira no médio prazo, e o movimento de curto prazo valida isso”, aponta.

“Acredito que o principal fator de atenção do mercado segue sem dúvida sendo a artilharia de Lula contra o BC, fogo amigo esse que já está sendo propagado pelo próprio Congresso também”, disse à Reuters Fernando Bergallo, diretor de operações da FB Capital. “Novamente, estamos deixando de ‘surfar’ em uma onda positiva no exterior, de inclinação a risco, por conta de fatores locais.”

(com Reuters)

The post Ibovespa em queda de mais de 1%, disparada do dólar: como o rumor de revisão das metas de inflação afeta o mercado nesta quinta appeared first on InfoMoney.

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