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Confiança do comércio volta a subir em setembro, após queda em agosto, diz FGV
27 de setembro de 2024
Sentimento econômico na zona do euro tem leve piora em setembro
27 de setembro de 2024
Published by on 27 de setembro de 2024
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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acelerou para 0,62% em setembro, após ter registrado uma alta de 0,29% em agosto, com pressão nos preços de alimentos causadas pelo calor intenso no período tanto no índice ao produtor como do consumidor, informou nesta sexta-feira (27) a Fundação Getulio Vargas.

Com o  resultado do mês, o índice de inflação acumula elevação de 2,64% no ano e de 4,53% nos últimos 12 meses.

Em setembro de 2023, o IGP-M havia apresentado aumento de 0,37% no mês e acumulava queda de 5,97% em 12 meses.

Segundo André Braz, coordenador dos índices de preços do FGV/Ibre, as mudanças climáticas e os efeitos sazonais têm gerado novas pressões sobre os preços das principais commodities.

“No Índice ao Produtor, os aumentos mais expressivos foram observados em bovinos, leite e laranja. No Índice ao Consumidor, a desaceleração menos intensa da queda dos alimentos in natura e a adoção da bandeira tarifária vermelha, patamar 1, contribuíram para a aceleração da inflação”, comentou em nota

Na construção civil, ele informou que a mão de obra se destacou, com uma taxa interanual de 7,45%, superior à média do índice, que é de 5,23%.

IPA

Em setembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,70%, uma aceleração em relação ao comportamento observado em agosto, quando teve alta de 0,29%. O grupo de Bens Finais avançou 0,69% em setembro, uma inversão da taxa em relação ao mês anterior, quando registrou queda de 0,10%.

Esse acréscimo foi impulsionado principalmente pelo subgrupo de alimentos in natura, cuja deflação passou de -7,11% para -0,56%.

A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 0,57% em setembro, porém com menor intensidade que a do mês anterior, quando registrou alta de 0,93%. O principal fator que influenciou esse recuo foi o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 2,18% para -1,82%.

Já o estágio das Matérias-Primas Brutas teve alta de 0,87% em setembro, após registrar queda de 0,05% em agosto.

A aceleração deste grupo foi influenciada principalmente por itens chave, tais como a soja em grão, que inverteu sua taxa de uma queda de 0,55% para uma alta de 2,59%, o leite in natura, cuja taxa avançou de 0,82% para 5,21%, e o café em grão, que subiu de 1,98% para 4,14%.

Em contraste, alguns itens tiveram um comportamento oposto, entre os quais se destacam a cana-de-açúcar, que passou de uma alta de 1,58% para uma leve elevação de 0,06%, a mandioca/aipim, que reduziu de uma alta de 0,91% para uma queda de 0,22% e o milho em grão, que suavizou a alta em sua taxa de 2,78% para 2,44%.

IPC

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez teve uma variação de 0,33%, avançando em relação à taxa de 0,09% observada em agosto. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco exibiram aceleração em suas taxas de variação.

O maior impacto veio do grupo Habitação, cuja taxa de variação passou de -0,08% para 1,00%. Dentro desta classe de despesa, o destaque foi o subitem tarifa de eletricidade residencial, que passou de uma queda de -0,71% na medição anterior para 3,76% na atual.

Também apresentaram avanços em suas taxas de variação os grupos Alimentação (de -1,11% para -0,12%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,07% para 0,19%), Despesas Diversas (de 0,99% para 1,24%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,48% para 0,59%).

Nestas classes de despesa, as maiores influências partiram dos itens: hortaliças e legumes (de -16,09% para -12,47%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,71% para -0,40%), cigarros (de 1,15% para 5,35%) e passagem aérea (de 2,60% para 3,55%).

Em contrapartida, os grupos Transportes (de 1,22% para -0,01%), Comunicação (de 0,19% para 0,01%) e Vestuário (de -0,17% para -0,23%) tiveram recuos em suas taxas de variação.

Dentro destas classes de despesa, os destaques foram: gasolina (de 3,62% para -0,42%), mensalidade para internet (de 1,59% para 0,00%) e roupas (de -0,15% para -0,29%).

INCC

Em setembro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou uma alta de 0,61%, um valor inferior à taxa de 0,64% observada em agosto.

Analisando os três grupos constituintes do INCC, o grupo Materiais e Equipamentos apresentou um recuo, passando de 0,76% para 0,60%; o grupo Serviços avançou significativamente de 0,05% para 0,50%; e o grupo Mão de Obra registrou aceleração, variando de 0,57% para 0,64%.

The post IGP-M acelera para 0,62% em setembro, com efeito do clima sobre alimentos e energia appeared first on InfoMoney.

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