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Published by on 14 de maio de 2025
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 A inflação mensal da Argentina desacelerou para 2,8% em abril, mais do que era esperado, segundo dados da agência nacional de estatísticas INDEC divulgados nesta quarta-feira, embora a população continue enfrentando custos cada vez mais altos no país.

A taxa ficou abaixo da previsão de analistas, de 3,1%, e marcou uma desaceleração em relação aos 3,7% registrados em março.

A inflação nos 12 meses até abril atingiu 47,3%, recuando em relação à taxa de 55,9% do mês anterior e um pouco abaixo da taxa de 47,7% prevista pelos analistas consultados pela Reuters.

“Os dados refletem a forte desaceleração que a inflação vem registrando desde o início do mandato do presidente Javier Milei”, disse o Ministério da Economia da Argentina em um comunicado.

O vice-presidente do Banco Central, Vladimir Werning, havia previsto um dia antes que a desaceleração deveria continuar em maio.

Embora as taxas mensais de inflação da Argentina tenham caído drasticamente durante o governo de Milei, os cortes nos gastos estatais também atingiram aposentadorias e projetos de infraestrutura, e os salários do funcionalismo público diminuíram.

Os cortes também alimentaram greves e protestos em grande escala, e muitos cidadãos continuam lutando para sobreviver.

Os custos de restaurantes e hotéis lideraram os aumentos mensais, enquanto manutenção e equipamentos domésticos registraram as menores altas. Alimentos e bebidas não alcoólicas ultrapassaram o nível nacional total, com 2,9%, e aluguel e serviços públicos ficaram abaixo, com 1,9%.

Em meados de abril, o governo de Milei suspendeu o controle cambial que restringia a compra de moeda estrangeira e implementou uma banda de câmbio flutuante divergente, fixada entre 1.000 e 1.400 pesos por dólar.

Analistas ouvidos pela Reuters no início deste mês previram que a inflação mensal poderia desacelerar ainda mais para 2% no segundo semestre de 2025. Uma recente pesquisa de expectativas de mercado do Banco Central previu que a inflação desaceleraria para 2% em julho e 1,8% em agosto.

A pesquisa previu que a inflação terminaria o ano em 31,8%.

No início desta semana, Milei disse que poderia “não haver mais inflação” na Argentina até meados do próximo ano.

The post Inflação argentina desacelera mais do que esperado em abril appeared first on InfoMoney.

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